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Questão de Pedagogia — Currículo (Teoria e Prática) — IF-PI 2026

PedagogiaCurrículo (Teoria e Prática)
Código
qg709775
Banca
IF-PI
Órgão
IF-PI
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Professor EBTT - Filosofia
A clássica controvérsia entre uma abordagem sistemático-problemática e uma histórico-genérica no currículo de filosofia ainda não está resolvida. A primeira corre o risco de apresentar os problemas de forma descontextualizada e anacrônica. A segunda, de se perder na sucessão de autores sem alcançar a competência de pensar os problemas por si mesmo. A solução não está em um compromisso vago, mas na ‘historicização sistemática’: um tópico problemático (ex.: o conceito de justiça) é aberto, e então são examinadas posições históricas fundamentais (ex.: Platão, Rawls) como respostas modelares a esse problema. O aluno deve compreender tanto a lógica interna do problema quanto a especificidade histórica de cada resposta. STEENBLOCK, V. Philosophische Bildung. In: Handbuch Philosophie und Ethik. Bd. 1: Didaktik und Methodik. Paderborn: Schöningh, 2014. p. 203–207.Com base no texto e nos seus conhecimentos sobre ensino de filosofia, pode-se CORRETAMENTE concluir que:
  1. AAo ensinar filosofia pela abordagem “sistemático problemática”, corre-se o risco de resumir as aulas ao estudo de sucessivos autores, sem fomentar a competência de pensar soluções para problemas da realidade.
  2. BA abordagem histórico-genérica corre o risco de ser descontextualizada e anacrônica à medida que desconsidera autores clássicos.
  3. CO desafio da abordagem histórico-genérica é fazer com que o ensino de filosofia se torne o estudo de sucessivos autores sem desenvolver a competência de emancipação do pensamento.
  4. DO risco da abordagem histórico-genérica é tornar as aulas demasiadamente abstratas.
  5. EO desafio da abordagem histórico-genérica é evitar que o ensino de filosofia se torne o estudo de sucessivos autores sem desenvolver a competência de emancipação do pensamento.
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GabaritoE — O desafio da abordagem histórico-genérica é evitar que o ensino de filosofia se torne o estudo de sucessivos autores sem desenvolver a competência de emancipação do pensamento.

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