Questão de Farmácia — Farmacovigilância — IV - UFG 2026
FarmáciaFarmacovigilância
- Código
- qg731360
- Banca
- IV - UFG
- Órgão
- HAJ
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Residência Multiprofisisonal - Farmácia
Leia o caso a seguir.Em um hospital universitário, a equipe de farmacovigilância avalia reações adversas notificadas em pacientes com polifarmácia, doenças graves e evolução clínica complexa. Durante a análise, observa-se que, em diversos casos, não há reexposição ao medicamento suspeito, os dados laboratoriais são incompletos e o evento pode ser explicado por condições clínicas concomitantes. Diante desse cenário, a escolha e a interpretação dos algoritmos de causalidade utilizados tornamse centrais para a qualificação das notificações.Considerando as características do algoritmo de Naranjo e do sistema WHO-UMC, a análise desses casos deve reconhecer que
- Aambos os métodos dependem essencialmente de reexposição positiva ao medicamento para classificar a causalidade como provável.
- Bo algoritmo de Naranjo apresenta maior flexibilidade clínica, por permitir julgamento não estruturado do avaliador.
- Co algoritmo de Naranjo é preferencial em contextos de alta incerteza clínica, por não exigir critérios temporalmente definidos.
- Do sistema WHO-UMC admite avaliação qualitativa do nexo causal mesmo na ausência de informações completas.