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Questão de Medicina — Medicina Intensiva — Instituto Access 2026

MedicinaMedicina Intensiva
Código
qg737682
Banca
Instituto Access
Órgão
Prefeitura de Contagem - MG
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Médico Especialista - Neurocirurgia
A avaliação do Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave envolve a compreensão de lesões primárias, secundárias e o uso de biomarcadores prognósticos. Sobre a fisiopatologia e o diagnóstico do TCE grave, assinale a alternativa correta.
  1. AO principal uso da proteína S100B no manejo do TCE é no cenário grave (Escala de Coma de Glasgow < 8), onde sua ausência no soro permite descartar com segurança a necessidade de monitorização da Pressão Intracraniana (PIC).
  2. BA proteína S100B, um biomarcador de lesão astrocitária, possui valor prognóstico no TCE grave; níveis séricos persistentemente elevados nas primeiras 72 horas após o trauma correlacionam-se com maior gravidade tomográfica (conforme escores como o de Marshall) e pior desfecho neurológico.
  3. CA classificação tomográfica de Marshall é o método padrão-ouro para o diagnóstico de Lesão Axonal Difusa (LAD), pois quantifica o volume das lesões de cisalhamento (shear injuries) na substância branca profunda.
  4. DA Lesão Axonal Difusa (LAD) é uma forma de lesão cerebral secundária, resultante da cascata inflamatória e do edema cerebral, sendo diagnosticada primariamente por hemorragias petequiais no corpo caloso visíveis na Tomografia Computadorizada (TC) de crânio inicial.
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GabaritoB — A proteína S100B, um biomarcador de lesão astrocitária, possui valor prognóstico no TCE grave; níveis séricos persistentemente elevados nas primeiras 72 horas após o trauma correlacionam-se com maior gravidade tomográfica (conforme escores como o de Marshall) e pior desfecho neurológico.

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