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Questão de Noções de Informática — Procedimento de Segurança e Back up — Quadrix 2026

Noções de InformáticaProcedimento de Segurança e Back up
Código
qg757354
Banca
Quadrix
Órgão
CRB - 1ª Região (DF, GO, MT e MS)
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Bibliotecário(a)
Em relação ao gerenciamento e à segurança da informação, julgue o item seguinte.Sabendo‑se que procedimentos de backup são considerados controle de segurança voltados à disponibilidade, se um computador tiver sido infectado por um vírus, a recuperação desse computador dependerá da identificação do momento exato da contaminação, o que permitirá que o administrador restaure uma versão dos dados anterior a do acidente, que nem sempre corresponde ao último backup realizado.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoC — Certo

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Backup e recuperação de dados após infecção por vírus

Gabarito: CERTO. A afirmativa está correta porque, em um cenário de infecção por vírus, a recuperação depende de restaurar os dados a um ponto anterior à contaminação, e esse ponto nem sempre coincide com o último backup realizado — depende da identificação do momento exato da infecção e da existência de cópias anteriores a ele. O backup é um controle de segurança voltado à disponibilidade, pois garante que os dados possam ser recuperados após incidentes como perda, corrupção ou ataques de malware.

O backup, ou cópia de segurança, é o processo de copiar dados de um dispositivo para outro com o objetivo de restaurá-los em caso de perda, dano ou corrupção dos dados originais. Ele é um dos pilares da Segurança da Informação, assegurando a disponibilidade — ou seja, que os dados estejam acessíveis quando necessário. Quando um computador é infectado por um vírus, os dados podem ser corrompidos, criptografados (como em ataques de ransomware) ou apagados, e a única forma de recuperá-los é restaurar uma versão anterior à contaminação.

A afirmativa destaca um ponto crucial: a recuperação depende da identificação do momento exato da contaminação. Isso é verdade porque, se o vírus infectou o sistema em um determinado dia, restaurar um backup feito após a infecção não resolverá o problema — o backup já estará contaminado. Portanto, é necessário restaurar uma versão anterior ao incidente. E essa versão nem sempre corresponde ao último backup realizado, pois o último backup pode ter sido feito depois da infecção. Por exemplo, se o backup é feito diariamente às 23h, e o vírus infectou o sistema às 15h, o backup das 23h já contém o vírus; a restauração precisará usar o backup do dia anterior.

Esse conceito está diretamente ligado ao RPO (Recovery Point Objective) — o objetivo de ponto de recuperação, que define a perda de dados máxima tolerável. Quanto mais frequentes os backups, menor o RPO e menor a perda de dados em caso de incidente. Mas, mesmo com backups frequentes, a restauração correta exige identificar o ponto exato da contaminação para escolher a versão adequada dos dados.

A banca explora aqui a diferença entre backup e restauração: o backup é a cópia; a restauração é o processo de recuperar os dados a partir dessa cópia. A afirmativa não diz que o último backup é inútil — diz que ele pode não ser o adequado, dependendo do momento da infecção. Isso é tecnicamente correto e reflete a prática de recuperação de desastres.

  1. 1Identificar momento da contaminação
  2. 2Escolher backup anterior ao incidente
  3. 3Restaurar versão limpa dos dados
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NÃO CAIA NESSA!

A banca tenta fazer o candidato acreditar que a recuperação sempre usa o último backup. Mas isso é falso: se o último backup foi feito depois da infecção, ele está contaminado. A restauração correta exige uma versão anterior ao momento da contaminação, que pode ser um backup mais antigo. Guarde essa lógica: o backup é um controle de disponibilidade, mas a restauração depende do ponto de contaminação.

CERTO. A afirmativa está correta: a recuperação após infecção por vírus depende da identificação do momento exato da contaminação, e a versão restaurada nem sempre é o último backup, pois este pode já estar contaminado.

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