Questão de Farmácia — Assistência Farmacêutica e Saúde Pública — UEPB 2026
FarmáciaAssistência Farmacêutica e Saúde Pública
- Código
- qg763329
- Banca
- UEPB
- Órgão
- UEPB
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Residência Multiprofisisonal - Farmácia
Com base na Tabela 3 do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, que apresenta a redução dos óbitos maternos por aborto no Brasil entre 2010 e 2021, e considerando a atuação do farmacêutico no âmbito da Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no Farmacoterapia em Obstetrícia e Ginecologia, é CORRETO afirmar que:
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico: Mortalidade Materna no Brasil, v. 53, n. 47, 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico: Mortalidade Materna no Brasil, v. 53, n. 47, 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.- Aa redução dos óbitos maternos por aborto dispensa a atuação clínica do farmacêutico, uma vez que as principais intervenções relacionadas ao abortamento são exclusivamente cirúrgicas e médicas.
- Ba análise da mortalidade materna por aborto subsidia o planejamento da assistência farmacêutica no SUS, especialmente no manejo farmacoterapêutico das complicações do abortamento, como infecções e hemorragias, contribuindo para a segurança da paciente e redução da morbimortalidade materna.
- Cas complicações associadas ao abortamento não demandam acompanhamento farmacoterapêutico sistemático, pois o uso de antimicrobianos nesses casos não interfere nos desfechos maternos.
- Da atuação do farmacêutico no contexto do abortamento limita-se à logística de medicamentos, não sendo pertinente sua participação em ações clínicas, farmacovigilância ou segurança do paciente.
- Ea mortalidade materna por aborto não se relaciona com a qualidade da assistência farmacêutica, sendo predominantemente determinada por fatores sociodemográficos e legais.