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Questão de Psicologia — Psicologia e Políticas Públicas de Proteção e Promoção à Saúde — UEPB 2026

PsicologiaPsicologia e Políticas Públicas de Proteção e Promoção à Saúde
Código
qg763383
Banca
UEPB
Órgão
UEPB
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Residência Multiprofisisonal - Psicologia
Considerando a Clínica Ampliada como diretriz de gestão do cuidado na Atenção Básica, como o profissional deve atuar ao identificar o motivo de contato de uma usuária, diferenciando-o da lógica tradicional de queixa principal, para garantir a integralidade e a singularidade da assistência?
  1. AAcolher a demanda como a razão do encontro entre sujeito e profissional, compreendendo que ela pode expressar medos, vínculos ou questões administrativas, e não necessariamente uma doença, evitando a redução da resposta a uma consulta médica imediata e medicalizadora.
  2. BPriorizar a identificação rápida dos sintomas físicos agudos para classificar o risco biológico da paciente, garantindo que o atendimento médico seja realizado apenas nos casos de patologias confirmadas, otimizando o tempo da equipe.
  3. CValorizar a escuta qualificada para identificar determinantes psicossociais no motivo de contato, procedendo com o encaminhamento imediato e exclusivo dessas demandas ao Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), a fim de liberar a equipe mínima para o manejo das condições clínicas e biológicas.
  4. DRegistrar o motivo de contato utilizando a estrutura do método SOAP (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano) no prontuário, condicionando a validação do atendimento à tradução da queixa subjetiva da usuária em um diagnóstico nosológico (CID - Classificação Internacional de Doenças) na etapa de avaliação, para garantir a continuidade do cuidado.
  5. ETransformar imediatamente qualquer motivo de contato relatado pela usuária em um diagnóstico da Classificação Internacional de Doenças (CID), garantindo que todas as interações resultem em prescrição medicamentosa.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — Acolher a demanda como a razão do encontro entre sujeito e profissional, compreendendo que ela pode expressar medos, vínculos ou questões administrativas, e não necessariamente uma doença, evitando a redução da resposta a uma consulta médica imediata e medicalizadora.

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