Questão de Enfermagem — Enfermagem em Oncologia — UNIDAVI 2026
EnfermagemEnfermagem em Oncologia
- Código
- qg764284
- Banca
- UNIDAVI
- Órgão
- Prefeitura de Agrolândia - SC
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Enfermeiro
Uma enfermeira oncológica acompanha uma paciente de 52 anos em tratamento quimioterápico para câncer de mama. Durante a consulta de enfermagem, a paciente relata náuseas intensas, fadiga, mucosite grau II e preocupação com a queda de cabelo. Considerando a assistência de enfermagem em oncologia, assinale a alternativa correta.
- AA administração de quimioterápicos é procedimento de competência exclusiva do médico oncologista, não cabendo ao enfermeiro qualquer atribuição na preparação, administração ou monitorização dos antineoplásicos, limitando-se sua atuação ao registro das intercorrências no prontuário do paciente.
- BA mucosite decorrente da quimioterapia não requer intervenção de enfermagem específica, pois trata-se de efeito adverso autolimitado que se resolve espontaneamente ao término do ciclo quimioterápico, sendo desnecessário incluir cuidados com higiene oral no plano de cuidados da paciente.
- CA fadiga em pacientes oncológicos em quimioterapia é sintoma de baixa relevância clínica para o planejamento da assistência de enfermagem, sendo suficiente orientar repouso absoluto como única intervenção, sem necessidade de avaliação da intensidade, dos fatores associados ou do impacto funcional na qualidade de vida da paciente.
- DA assistência de enfermagem ao paciente oncológico em tratamento quimioterápico abrange a avaliação sistematizada dos efeitos adversos, o planejamento de intervenções para manejo dos sintomas, a orientação sobre autocuidado, o suporte emocional e a articulação com a equipe multiprofissional, sendo o enfermeiro corresponsável pela segurança na administração dos antineoplásicos e pela monitorização das respostas ao tratamento.
- EA queda de cabelo relatada pela paciente não configura demanda de cuidado de enfermagem, pois trata-se de efeito estético sem impacto clínico ou emocional documentado na literatura, cabendo ao enfermeiro priorizar exclusivamente os sintomas físicos objetivos durante a consulta oncológica.