Questão de Geografia — Globalização — UPENET/IAUPE 2026
GeografiaGlobalização
- Código
- qg766270
- Banca
- UPENET/IAUPE
- Órgão
- Prefeitura de Petrolina - PE
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor de Anos Finais do Ensino Fundamental - Geografia
A mundialização da economia impõe uma 'Ordem Global' baseada na racionalidade técnica e no cálculo frio, que frequentemente entra em conflito com a 'Ordem Local', onde reside a comunicação, a emoção e o cotidiano das pessoas. Os países tornam-se 'espaços nacionais da economia internacional', onde decisões estratégicas são tomadas por atores que 'curto-circuitam' o poder dos Estados, gerando a 'guerra dos lugares' por produtividade espacial.SANTOS, Milton. A natureza do espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. (Adaptado)Considerando o trecho acima, sobre a fase atual da mundialização, analise como esse processo reestrutura o espaço geográfico e assinale a alternativa CORRETA.
- AA unicidade técnica e a convergência dos momentos permitem que os objetos geográficos sejam comandados por uma racionalidade externa, transformando o território em um recurso para a mais-valia global, entretanto aprofunda a fragmentação socioespacial entre áreas integradas e áreas marginalizadas.
- BO advento do meio técnico-científico-informacional promove a soberania plena dos Estados nacionais, visto que a instantaneidade da informação permite que o poder local controle os fluxos financeiros e neutralize a influência das empresas transnacionais.
- CA "guerra dos lugares" mencionada pelo autor refere-se a um conflito bélico de caráter territorial, cujo objetivo é a unificação das normas ambientais globais para garantir que todos os países alcancem o mesmo nível de desenvolvimento sustentável.
- DA mundialização elimina as hierarquias espaciais ao democratizar o acesso às técnicas de produção, garantindo que a "Ordem Local" se sobreponha à "Ordem Global" através da padronização dos hábitos de consumo e da cultura de massa.
- EO "motor único" da globalização, operado pela mais-valia global, resulta em uma distribuição equitativa das infraestruturas de ponta pelo território, mitigando a distinção entre "espaços de fluidez" e "espaços de escassez".