Questão de Odontologia — Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações. — UPENET/IAUPE 2026
OdontologiaCirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
- Código
- qg768905
- Banca
- UPENET/IAUPE
- Órgão
- SES-PE
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Residência Multiprofisisonal - Saúde Hospitalar - Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilofacial
De acordo com Hupp, Ellis e Tucker (2021), em relação aos princípios de tratamento de dentes impactados, assinale a alternativa CORRETA.
- AEm relação à classificação de Pell e Gregory, quando da presença de um terceiro molar inferior na posição 2C, entende-se que, em relação a sua profundidade, encontra-se entre a superfície oclusal do 2º molar e a sua cervical e que se encontra completamente localizado dentro do ramo mandibular.
- BPara a impactação distoangular, será removido osso dos lados vestíbulo- oclusale distal do dente, e a coroa será seccionada das raízes logo acima da linha cervical para que sua remoção seja feita totalmente. Em seguida, é feita a colocação de um ponto de apoio nas raízes remanescentes fusionadas para que estas sejam removidas com uma alavanca em um movimento tipo roda e eixo.
- CA cicatrização de um procedimento cirúrgico para exodontia de um 3º molar incluso normalmente se dá por segunda intenção. Isso significa que um espaço é mantido entre as margens de uma incisão e demandará uma grande quantidade de migração epitelial, deposição de colágeno, contração e remodelação durante a cicatrização.
- DA incisão ideal para a remoção de terceiros molares inferiores impactados é a incisão em envelope que se estende da papila mesial do primeiro molar inferior, circunda a cervical dos dentes em direção à linha distovestibular no ângulo do segundo molare continua-se posteriormente em linha reta até a margem anterior do ramo mandibular.
- EA impacção inferior mesioangular é quase sempre a menos difícil para remover. Segue-se a esta, em ordem de dificuldade, a impacçãovertical, a horizontal e a distoangular.