Questão de Odontologia — Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações. — UPENET/IAUPE 2026
OdontologiaCirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
- Código
- qg768911
- Banca
- UPENET/IAUPE
- Órgão
- SES-PE
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Residência Multiprofisisonal - Saúde Hospitalar - Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilofacial
A hemorragia severa resultante de trauma maxilofacial, não é comum, entretanto, quando acontece, pode ser uma potencial ameaça à vida.Desse modo, podemos referenciar que
- Acomo o sangramento nasal pós-traumático frequentemente se origina em artérias profundas laceradas no esqueleto facial fraturado e nas proximidades da cavidade nasal, podemos resolver com tamponamento nasal anterior e posterior prolongado, ao longo de 8 dias, não sendo indicado ligadura de vasos.
- Bnos traumas maxilofaciais, quando da presença de um pseudoaneurisma da carótida interna, o tamponamento causado pelo hematoma lentifica o sangramento e mantém a patência da luz da artéria, impedindo uma hemorragia significante clinicamente, entretanto o ressangramento pode se manifestar a qualquer momento, até dias ou meses após otrauma inicial.
- Ccompreender a vascularização do complexo nasal é essencial para a avaliação e o tratamento adequados da epistaxe. A artéria carótida externa tem ramos para a fossa nasal, envolvendo também ramos esfenopalatinos, palatino maior e as artérias oftálmicas, sendo a anastomose da arterial facial a fonte primordial.
- Dnos traumas maxilofaciais, o plexo de Woodruff, que é uma região de mucosa localizada no septo nasal anterossuperior, é responsável direto pela epistaxe anterior e é essencialmente proveniente de sangramento arterial.
- Ea epistaxe é tipicamente classificada em anterior e posterior. Embora não haja uma linha divisória anatômica definida entre elas, em termos operacionais, podemos dizer que a epistaxe anterior caracteriza-se por uma hemorragia que pode ser visualizada pela orofaringe e que a epistaxe posterior, em sua maior parte, pelas narinas.