Questão de Atualidades — Meio Ambiente, Sustentabilidade e Aquecimento Global na Atualidade — FUNCAB 2009
AtualidadesMeio Ambiente, Sustentabilidade e Aquecimento Global na Atualidade
- Código
- qg804292
- Banca
- FUNCAB
- Órgão
- AFEAM
- Ano
- 2009
- Nível
- Superior
Deuno Globo, 21/10/2000:Acordo climáticoNYT. Copenhague rumo ao fracasso“Reportagem de John Broder, do New York Times, republicada pelo GLOBO (página 32) nesta quarta-feira, mostra que pode não haver mais tempo suficiente para um acordo climático em Copenhague, em dezembro. Os países tendem a anunciar uma série de medidas interinas e dar prosseguimento à discussão no próximo ano. A reportagem lembra declarações do diplomata holandês que chefia as negociações sobre clima nas Nações Unidas, Yvo De Boer, que alerta dos riscos de um fracasso no acordo: 'Não há tempo suficiente para fazer tudo.Disponível em: http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/₂₀₀₉/₁₀/₂₁/nyt-copenhague-rumo-ao-fracasso-₂₃₄₁₅₆.aspAcesso em: ₂₁/₁₀/₂₀₀₉Analisando a hipótese levantada, caso confirmada, haverá um retrocesso nas negociações internacionais para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. No entanto, já existe um instrumento internacional, ratificado em 15 de março de 1998 e até hoje em vigor.Baseado em seus conhecimentos e no texto, a opção que identifica tal instrumento é o:
- AAcordo da Dinamarca que já proíbe a emissão de gases acumulada nos EUA que, embora aceita anteriormente por Bush, está rejeitada por Barack Obama.
- BAcordo do Japão, celebrado na capital Tóquio, e que todas as nações do mundo respeitam, evitando suplantar as metas estabelecidas para emissão de gases poluentes para 2012.
- CProtocolo de Kyoto — no qual há um cronograma em que os países são obrigados a reduzir, em 5,2%, a emissão de gases poluentes, mas só recentemente foi reconhecido pelo novo governo dos Estados Unidos.
- DProtocolo de Copenhague que não foi assinado pelo ex-presidente Bush porque prejudicava a economia norte-americana.
- EProtocolo da Holanda que apresenta taxas mais elevadas de redução dos gases poluentes na atmosfera e por isso são prejudiciais aos países que formam a União Europeia (UE).