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Questão de Português — Interpretação de Textos — FUNIVERSA 2011

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
qg848119
Banca
FUNIVERSA
Órgão
EMBRATUR
Ano
2011
Nível
Médio
Cargo
Agente Administrativo
Assinale a alternativa correta quanto ao texto II.
  1. AApesar de tratar de tema de caráter científico, o autor deixa entrever sua emoção ao lidar com reflexões acerca de mortalidade infantil; assim, predomina no texto a linguagem conotativa, com metáforas, ironias e paradoxos.
  2. BO sinal indicativo de crase na expressão “à margem”, linha 16, é consensualmente opcional, segundo a perspectiva dos gramáticos.
  3. COs trechos das linhas de 8 a 10 e de 16 a 18 podem ser reescritos, respectivamente, pelas seguintes construções:tem ocorrido redução do número de mulheres sem instrução no país, tanto em termos absolutos e relativoseque estão à margem não só dos benefícios econômicos, porém da maioria dos serviços básicos de saúde.
  4. DA frase É o que deixa transparecer as informações da tabela a seguir, quando se calcula a mortalidade por anos de estudo da mãe reescreve corretamente a original das linhas de 5 a 7.
  5. EO fragmento das linhas de 8 a 14 é um longo período, que, para maior clareza, poderia corretamente ser subdividido. Uma redação possível seria:Existe clareza de que tem havido redução do número de mulheres sem instrução no país, tanto em termos absolutos quanto em relativos. Apesar disso, é bom mencionar certos fatos. Em primeiro lugar, o número de analfabetas brasileiras de 15 a 49 anos era de 3,5 milhões em 1996. Em segundo, 63% do total de mulheres de 15 a 49 anos analfabetas ainda existentes no país eram nordestinas. E, finalmente, esse percentual representava, à época, cerca de 20% do contingente das mulheres em idade fértil da região.
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GabaritoE — O fragmento das linhas de 8 a 14 é um longo período, que, para maior clareza, poderia corretamente ser subdividido. Uma redação possível seria: Existe clareza de que tem havido redução do número de mulheres sem instrução no país, tanto em termos absolutos quanto em relativos. Apesar disso, é bom mencionar certos fatos. Em primeiro lugar, o número de analfabetas brasileiras de 15 a 49 anos era de 3,5 milhões em 1996. Em segundo, 63% do total de mulheres de 15 a 49 anos analfabetas ainda existentes no país eram nordestinas. E, finalmente, esse percentual representava, à época, cerca de 20% do contingente das mulheres em idade fértil da região.

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