Questão de Português — Interpretação de Textos — IF-TO 2014
PortuguêsInterpretação de Textos
- Código
- qq082129
- Banca
- IF-TO
- Órgão
- IF-TO
- Ano
- 2014
- Nível
- Superior
- Cargo
- Bibliotecário Documentalista
Nos excertos abaixo, procedeu-se à substituição dos verbos em destaque, buscando-se preservar o sentido original do texto. Contudo, uma dessas substituições prejudicou o sentido original, já que a carga semântica do verbo substituto não guarda similaridade com o sentido que determina o verbo substituído. Assinale, pois, a opção em que a substituição de termos comprometeu o sentido original.
- AAinda assim, é inegável que o colossal aparato americano de bisbilhotagem, invocando o combate ao terrorismo, foi muito além do tolerável pela ordem internacional.Ainda assim, é inegável que o colossal aparato americano de bisbilhotagem, fortalecendo o combate ao terrorismo, foi muito além do tolerável pela ordem internacional.
- BObama não se pejou de defender os grampeamentos e disse que os americanos não precisavam se preocupar com isso.Obama não hesitou em defender os grampeamentos e disse que os americanos não precisavam se preocupar com isso
- CNão se esperaria que ele fosse chamar o delator de herói - o que é, para muitos, dentro e fora dos EUA -, mas a referência corroborou a percepção de que, no geral, Obama considera a vigilância de todo justificada.Não se esperaria que ele fosse chamar o delator de herói - o que é, para muitos, dentro e fora dos EUA -, mas a referência ratificou a percepção de que, no geral, Obama considera a vigilância de todo justificada.
- DObama não criou a NSA - ela data de 1952 -, mas tampouco será ele quem a domará.Obama não criou a NSA - ela data de 1952 -, mas tampouco será ele quem a controlará.
- EÀs folhas tantas de sua fala, Obama recorreu à obviedade, ao dizer que os direitos individuais dos cidadãos não podem depender da boa vontade dos governantes, mas das leis que enquadram as suas decisões. Às folhas tantas de sua fala, Obama recorreu à obviedade, ao dizer que os direitos individuais dos cidadãos não podem depender da boa vontade dos governantes, mas das leis que ajustam as suas decisões.