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Questão de Jornalismo — Teorias do Jornalismo — PR-4 UFRJ 2014

JornalismoTeorias do Jornalismo
Código
qq090740
Banca
PR-4 UFRJ
Órgão
UFRJ
Ano
2014
Nível
Superior
Cargo
PR-4 - - Produtor Cultural
Walter Benjamin, em seu texto A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica, defende que “com a reprodutibilidade técnica, a obra de arte se emancipa, pela primeira vez na história, de sua existência parasitária, destacando-se do ritual. A obra de arte reproduzida é cada vez mais a reprodução de uma obra de arte criada para ser reproduzida. (...) No momento em que o critério da autenticidade deixa de aplicar-se à produção artística, toda a função social da arte se transforma. Em vez de fundar-se no ritual, ela passa a fundar-se em outra práxis: a política”.Benjamin, um dos principais teóricos do movimento que foi chamado de Escola de Frankfurt, ou Teoria Crítica para alguns pesquisadores, acreditava na obra de arte produzida em massa e para as massas como veículo de transformação social, desde que não estivesse sob o domínio das grandes empresas capitalistas. Já Adorno e Horkheimer, também teóricos da Escola de Frankfurt, responsáveis pela criação do termo indústria cultural, possuíam uma visão mais crítica da massificação da arte. De acordo com estes autores, no texto A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas, capítulo do livro Dialética do Esclarecimento, tal crítica consiste que a indústria cultural:
  1. Aembora não confira um caráter de semelhança a toda produção simbólica que passa por seu filtro é ainda assim, instrumento de uma racionalidade técnica, do capitalismo e da alienação. Logo, quando a arte passa a ser produzida em escala industrial, deixa de ser arte para se tornar indústria, e perde todo o seu caráter transformador da sociedade.
  2. Bao conferir um caráter de semelhança a toda produção simbólica que passa por seu filtro é instrumento de uma racionalidade técnica, do capitalismo e da alienação. No entanto, a arte, quando passa a ser produzida em escala industrial, continua sendo arte, não se transformando em indústria, mas perde todo o seu caráter transformador da sociedade.
  3. Cembora não confira um caráter de semelhança a toda produção simbólica que passa por seu filtro é instrumento de uma racionalidade técnica, do capitalismo e da alienação. Logo, quando a arte passa a ser produzida em escala industrial, deixa de ser arte para se tornar indústria. Porém, mesmo sendo indústria, mantém o seu caráter transformador da sociedade.
  4. Dao conferir um caráter de semelhança a toda produção simbólica que passa por seu filtro, é instrumento de uma racionalidade técnica, do capitalismo e da alienação. Logo, quando a arte passa a ser produzida em escala industrial deixa de ser arte para se tornar indústria, e perde todo o seu caráter transformador da sociedade.
  5. Eao conferir um caráter de semelhança a toda produção simbólica que passa por seu filtro é instrumento de uma racionalidade técnica, do capitalismo e da alienação. No entanto, a arte, quando passa a ser produzida em escala industrial, continua sendo arte, não se transformando em indústria, e mantém o seu caráter transformador da sociedade.
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GabaritoD — ao conferir um caráter de semelhança a toda produção simbólica que passa por seu filtro, é instrumento de uma racionalidade técnica, do capitalismo e da alienação. Logo, quando a arte passa a ser produzida em escala industrial deixa de ser arte para se tornar indústria, e perde todo o seu caráter transformador da sociedade.

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