Questão de Português — Interpretação de Textos — UNIRIO 2014
PortuguêsInterpretação de Textos
- Código
- qq096860
- Banca
- UNIRIO
- Órgão
- UNIRIO
- Ano
- 2014
- Nível
- Médio
- Cargo
- Auxiliar de Enfermagem
O trecho do 5º parágrafo “Pior ficou a situação de povos, como os Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, que permaneceram invisíveis ao Estado brasileiro, por longo tempo, sendo que hoje se sabe tratar-se da mais populosa etnia no Brasil, mas não dispõe de terras, nem sequer na dimensão destinada aos assentados da reforma agrária.” é longo, apresentando repetição do conectivo que, desnecessária para sua estruturação. A reescrita mais adequada, sem alteração de sentidos, é a seguinte:
- APior ficou a situação de povos como os Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, cuja invisibilidade permanece ao Estado brasileiro, ainda por longo tempo, mesmo sabendo tratar-se da mais populosa etnia no Brasil, todavia indispondo de terras, em sequer na dimensão destinada aos assentados da reforma agrária.
- BPior ficou a situação de povos como os Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, para os quais permaneceram invisíveis ao Estado brasileiro, por longo tempo, como hoje se sabe tratar-se da mais populosa etnia do Brasil, na qual não dispõe de terras nem sequer na dimensão destinada aos assentados da reforma agrária.
- CPior ficou a situação de povos como os Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, os quais permaneceram invisíveis ao Estado brasileiro, por longo tempo. Hoje, trata-se da mais populosa etnia no Brasil, cuja disposição de terras nem sequer na dimensão destinada aos assentamentos da reforma agrária.
- DPior ficou a situação de povos como os Guarani-Kaiowá, do Mato Grasso do Sul, permanentemente invisíveis ao Estado brasileiro por longo tempo, sendo que hoje se sabe tratar-se da mais populosa etnia no Brasil. Entretanto, não dispõe de terras, nem sequer na dimensão destinada aos assentados da reforma agrária.
- EPior ficou a situação de povos como os Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, caso permaneçam invisíveis ao Estado brasileiro, por longo tempo, tratando-se da mais populosa etnia no Brasil, porém que não dispõe de terras nem sequer na dimensão destinada aos assentados da reforma agrária.