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Questão de Serviço Social — Instrumentalidade do Serviço Social — COTEC 2015

Serviço SocialInstrumentalidade do Serviço Social
Código
qq112499
Banca
COTEC
Órgão
Prefeitura de Unaí - MG
Ano
2015
Nível
Superior
Cargo
Assistente Social
Yolanda Guerra, em seu livro A instrumentalidade do Serviço Social (1995), destaca que, desde meados da década de 1980, há uma crescente problematização sobre o instrumental técnico-operativo da profissão. Não obstante, o debate sobre a criação e/ou recriação dos instrumentos da ação profissional, utilizados pelo assistente social, tem-se manifestado nos eventos representativos da categoria e, também, nos distintos espaços sócio-ocupacionais existentes. De acordo com os argumentos apresentados por essa autora, “não se trata de reeditar novas fórmulas para atendimento individual, grupal ou comunitário; tampouco de reforçar o equivoco de que há instrumentos diferentes para cada um dos 'processos' tradicionais do Serviço Social." (GUERRA, 1995, p.27). Trata-se de:
  1. Aanalisar a instrumentalidade do Serviço Social como uma racionalidade particular e conservadora, colocada pela positividade do capitalismo e pela categoria profissional como demanda necessário ao aprimoramento profissional constante.
  2. Bpensar a práxis como objeto de análise e como referência metodológica para a elaboração de novos instrumentos de trabalho para o assistente social.
  3. Ccompreender que a questão mais importante para o assistente social é o seu compromisso com a classe trabalhadora e com os reiterados encaminhamentos de suas demandas. Torna-se salutar entender que o conhecimento advém das práticas profissionais.
  4. Dnão supervalorizar o instrumental técnico e nem de analisá-lo de forma pragmática. É preciso qualificar a intervenção profissional e compreender a intencionalidade das ações humanas para o aprimoramento da competência técnica e intelectual, e para a superação da mitificada dicotomia entre teoria e prática.
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GabaritoD — não supervalorizar o instrumental técnico e nem de analisá-lo de forma pragmática. É preciso qualificar a intervenção profissional e compreender a intencionalidade das ações humanas para o aprimoramento da competência técnica e intelectual, e para a superação da mitificada dicotomia entre teoria e prática.

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