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Questão de Engenharia Agronômica (Agronomia) — Fitopatologia — CCV-UFC 2016

Engenharia Agronômica (Agronomia)Fitopatologia
Código
qq158629
Banca
CCV-UFC
Órgão
UFC
Ano
2016
Nível
Superior
Cargo
CCV - - Engenheiro Agrônomo
Em laboratório e em clínicas fitopatológicas são empregadas diversas técnicas para a correta diagnose de fitopatógenos. Nas informações abaixo, somente uma afirmativa está totalmente correta. Assinale-a.
  1. ANa diagnose de fitonematoides, em geral, pode ser empregada a eletroforese em gel de poliacrilamida a qual possibilita detectar, quantificar e identificar as bandas de esterase ou de malatodesidrogenase e com isso diagnosticar as espécies fitoparasitas presentes.
  2. BA PCR e o ELISA indireto têm a mesma elevada segurança numa situação de diagnose viral, uma vez que nesse segundo teste utilizam-se de antissoros policlonais e de conjugados (anti-IgG-enzima) que só reconhecem a porção invariável do IgG obtido em coelho.
  3. CA PCR pode ser adotada sem dificuldades na diagnose de vírus de DNA. Para vírus de RNA, porém, a limitação está na obrigatoriedade da transcrição reversa, que além de dispendiosa para uso em larga escala, não é segura para a identificação de vírus com esse tipo de genoma.
  4. DO emprego de vetores na diagnose de vírus baseia-se na especificidade e na modalidade da transmissão do vírus pelo vetor, sendo possível, em caso de infecção mista, separar dois vírus diferentes utilizando o mesmo vetor como também separar duas estirpes de um mesmo vírus usando vetores diferentes.
  5. EPodem ser empregadas em diagnose de fitoplasmas, bactérias e fungos, as seguintes técnicas: teste em plantas indicadoras, isolamento com plantas iscas, teste de enxertia, isolamento em meio de cultura, microscopia ótica, microscopia eletrônica de transmissão; dot blot, southern blot, PCR com primers específicos, multiplex PCR, PCR-RFLP, sequenciamento de nucleotídeos.
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GabaritoD — O emprego de vetores na diagnose de vírus baseia-se na especificidade e na modalidade da transmissão do vírus pelo vetor, sendo possível, em caso de infecção mista, separar dois vírus diferentes utilizando o mesmo vetor como também separar duas estirpes de um mesmo vírus usando vetores diferentes.

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