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Questão de Farmácia — Farmacologia dos Quimioterápicos e Antibióticos — IBFC 2016

FarmáciaFarmacologia dos Quimioterápicos e Antibióticos
Código
qq196037
Banca
IBFC
Órgão
EBSERH
Ano
2016
Nível
Superior
Cargo
Farmacêutico (HUAP-UFF)
O cloridrato de ciprofloxacino é um antibiótico indicado para as infecções causadas por bacilos gram-negativos aeróbios, sensíveis a ciprofloxacino (infecções urinárias complicadas, geniturinárias, respiratórias, sinusite, cutâneas e de tecidos moles, ósseas e articulares, intra-abdominais – junto com metronidazol). As alternativas abaixo apresentam interações medicamentosas entre o ciprofloxacino e outros fármacos; assinale a que não é uma interação medicamentosa do ciprofloxacino:
  1. AA utilização de cloridrato de ciprofloxacino, junto com teofilina, pode aumentar os efeitos tóxicos dessa, promovendo uma excitação do sistema nervoso central e, por esse motivo, a utilização concomitante deve ser evitada; quando não for possível, deve-se ajustar a dose de teofilina
  2. BA utilização de cloridrato de ciprofloxacino junto com hipoglicemiantes orais ou insulina pode provocar hiper ou hipogliccemia; deve-se monitorar a glicemia e, se necessário, suspender a quinolona
  3. CA utilização de cloridrato de ciprofloxacino junto com inibidores da monoamina oxidase (IMAO), pode levar a neurotoxicidade, convulsões ou síndrome serotoninérgica (hipertensão, hipertermia, mioclônus, alterações do estado mental); deve-ser ajustar a dose do IMAO
  4. DA utilização de cloridrato de ciprofloxacino junto com ciclosporina, pode provocar um aumento da creatinina sérica; portanto deve-se monitorar a concentração de ciclosporina e sinais de rejeição do transplante
  5. EA utilização de cloridrato de ciprofloxacino junto com sinvastatina, pode aumentar miopatia e rabdomiólise por diminuição do metabolismo da sinvastatina; deve-se monitorar os sintomas de miopatia e níveis de creatina quinase
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GabaritoC — A utilização de cloridrato de ciprofloxacino junto com inibidores da monoamina oxidase (IMAO), pode levar a neurotoxicidade, convulsões ou síndrome serotoninérgica (hipertensão, hipertermia, mioclônus, alterações do estado mental); deve-ser ajustar a dose do IMAO

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