Questão de Economia — História Econômica e Economia Contemporânea — IDECAN 2016
EconomiaHistória Econômica e Economia Contemporânea
- Código
- qq201798
- Banca
- IDECAN
- Órgão
- Prefeitura de Natal - RN
- Ano
- 2016
- Nível
- Superior
- Cargo
- Economista
A década de 1990 foi extremamente negativa no que se refere ao mercado de trabalho, em consequência para o crescimento e desenvolvimento da economia nacional. Assinale, dentre as alternativas fornecidas a seguir, aquela que NÃO condiz com o ocorrido durante essa década.
- AEnquanto no Plano Cruzado, efetivado em 1986, donde se criou uma nova moeda o Cruzado (CZ$) congelou-se os salários dos trabalhadores com base na média do valor dos últimos seis meses anteriores; no Plano Bresser muito embora tenha havido a criação da URP, não utilizou-se do tabelamento nem salários e nem aluguéis.
- BO principal fator explicativo para o desequilíbrio das contas da previdência nacional neste período, sobretudo nos anos finados desta década, advém de que a arrecadação das contribuições de empregados e empregadores não foram suficientes para efetivação do pagamento dos benefícios, que também eram baixos, assim como o poder de compra dos que recebem salário mínimo.
- COcorre diminuição no tamanho relativo do mercado formal de trabalho, predominando a ampliação do mercado informal de trabalho sob forma de contratação de trabalhadores sem carteira profissional assinada, bem como da ocupação do trabalhador que laborara por conta própria, sem efetivação dos normativos previdenciários, trabalhistas e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
- DO aprofundamento do desemprego começou a dificultar o acesso ao seguro-desemprego mesmo para os trabalhadores assalariados com carteira assinada. Um desempregado que voltasse a trabalhar depois de longo período de inatividade e ficasse novamente desempregado não teria como se beneficiar do seguro. Essa situação, resultado do alongamento do tempo em que o trabalhador permanece desempregado, determinou que, por diversas oportunidades, o Ministério do Trabalho aumentasse o número de parcelas a serem pagas pelo seguro-desemprego.