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Questão de Terapia Ocupacional — História, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional — Prefeitura de Campinas - SP 2016

Terapia OcupacionalHistória, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional
Código
qq226970
Banca
Prefeitura de Campinas - SP
Órgão
Prefeitura de Campinas - SP
Ano
2016
Nível
Superior
Cargo
Terapeuta Ocupacional
Na literatura referente à Terapia Ocupacional, percebe-se um aumento quanto à elaboração e utilização de instrumentos de avaliação específicos. Dentre os instrumentos disponibilizados para uso na clínica da terapia ocupacional:
  1. AEntrevista da História do Desempenho Ocupacional − EHDO (BENETTON; LANCMAN, 1998) que avalia por meio de observações do paciente psiquiátrico em ambiente hospitalar a organização das rotinas da vida diária; papéis de vida; interesses, valores e metas; percepção das habilidades, responsabilidades e influências ambientais. Há uma segunda parte, na qual os familiares são entrevistados quanto aos mesmos itens.
  2. BEscala de Observação Interativa de Terapia Ocupacional – EOITO (OLIVEIRA, 1995), mede mudanças em pacientes durante o período de sessões de Terapia Ocupacional. É uma escala composta por 16 itens dentre os quais: cuidado pessoal, execução de atividades, interação social e psicomotricidade aumentada. Trata-se de questionário estruturado e deve ser aplicado em pacientes adultos e infantis de hospitais-dia.
  3. CAuto-Avaliação do Funcionamento Ocupacional – SAOF (TEDESCO, 2000; 2010) baseada no Modelo de Ocupação Humana (KIELHOFNER, 1985). É formada por 23 questões que avalia: a causalidade pessoal; valores que organizam o comportamento do sujeito através de suas prioridades; interesses; papéis que são esperados para a idade e posição social específica; hábitos; habilidades (físicas ou mentais) e meio-ambiente Sua validade e confiabilidade ainda não foram estabelecidos.
  4. DClassificação de idosos quanto à capacidade para o autocuidado − (CICAC) (ALMEIDA, 2003) possui duas versões: individual e para o cuidador. As questões referem-se basicamente ao Arranjo Doméstico e Familiar e sua Potencial Rede de Suporte, Perfil Social, Universo Ocupacional e Capacidade Funcional, Lazer e Trabalho (remunerado e não-remunerado). Estudos estatísticos estabeleceram valores aceitáveis de confiabilidade, validade e sensibilidade às mudanças ao longo do tempo. Por isso é um dos instrumentos mais utilizados em protocolos de avalição para idosos demenciados.
  5. ELista de Identificação de Papéis Ocupacionais (CORDEIRO, 2005) baseado em conceitos descritos no Modelo de Ocupação Humana (KIELHOFNER, 1985). É auto-aplicável e sua realização constitui-se de duas etapas. Na primeira, o cliente define sua participação ou não em papéis ocupacionais no passado, presente e futuro. Na segunda, o cliente atribui a cada papel descrito (desempenhado e não-desempenhado) seu grau de importância. Pode ser utilizado em adolescentes, adultos e idosos, com qualquer tipo de disfunção e exige tempo curto para sua administração. Mais estudos são necessários para avaliar sua sensibilidade a mudanças, no caso de reavaliação, e verificação de resultados de intervenção.
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GabaritoE — Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais (CORDEIRO, 2005) baseado em conceitos descritos no Modelo de Ocupação Humana (KIELHOFNER, 1985). É auto-aplicável e sua realização constitui-se de duas etapas. Na primeira, o cliente define sua participação ou não em papéis ocupacionais no passado, presente e futuro. Na segunda, o cliente atribui a cada papel descrito (desempenhado e não-desempenhado) seu grau de importância. Pode ser utilizado em adolescentes, adultos e idosos, com qualquer tipo de disfunção e exige tempo curto para sua administração. Mais estudos são necessários para avaliar sua sensibilidade a mudanças, no caso de reavaliação, e verificação de resultados de intervenção.

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