Questão de Terapia Ocupacional — História, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional — CETREDE 2017
Terapia OcupacionalHistória, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional
- Código
- qq243798
- Banca
- CETREDE
- Órgão
- Prefeitura de Aquiraz - CE
- Ano
- 2017
- Nível
- Superior
- Cargo
- Terapeuta Ocupacional
Na implantação de programas de reabilitação física no Brasil, no início dos anos 50, uma comissão da ONU visita a América Latina e apresenta o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo como o local mais adequado para a implantação de um Centro de Reabilitação. Em 1956, foi implantado o Instituto Nacional de Reabilitação (INAR), na Clínica de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da USP. Segundo referência de profissionais da área, marque a opção INCORRETA em relação a formação técnica em terapia ocupacional.
- AA formação técnica em terapia ocupacional era “restrita e específica das profissões técnicas de reabilitação (eminentemente clínica, referente à sintomatologia, à intervenção médica específica, aos princípios de indicação terapêutica etc.), sendo a Terapia Ocupacional responsável somente por membros superiores e pelas técnicas em atividades de vida diária”.
- BOs programas terapêuticos ocupacionais seguiam indicações médicas e centravam-se na patologia ou na afecção orgânica do paciente.
- CA Terapia Ocupacional “dividia” o paciente com a Fisioterapia, sendo que a reabilitação dos membros inferiores ficava sob responsabilidade dos terapeutas ocupacionais.
- DAs atividades terapêuticas eram analisadas sistematicamente em suas possibilidades de ação, relativas ao diagnóstico médico e às funções lesadas.
- ENa ocorrência de sequelas, os pacientes eram treinados para readaptação nas atividades da vida diária (alimentação, vestuário, higiene pessoal...) e, quando possível, preparados para o retorno ao trabalho produtivo. Esgotadas as possibilidades funcionais do paciente, o médico (não o terapeuta ocupacional ou outro profissional) prescrevia a “alta” ou o desligamento do programa de reabilitação.