Dentre os processos de construção linguística estão a coordenação e subordinação de palavras ou orações. Considerando a funcionalidade das orações no período “Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo.” (1º§) pode-se dizer que é constituído por:
ADuas orações coordenadas em uma relação de adição.
BUma oração principal e uma oração subordinada adverbial.
CDuas orações coordenadas em uma relação de alternância.
DUma oração principal e uma oração subordinada substantiva.
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GabaritoA — Duas orações coordenadas em uma relação de adição.
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Processos de coordenação no período
Gabarito: letra A. O período “Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo.” (1º§) é formado por duas orações coordenadas sindéticas aditivas, ligadas pela conjunção “e”, que expressa adição. As orações “a notícia já percorre milhões de tablets” e “se espalha pelo mundo” são sintaticamente independentes — nenhuma exerce função sintática em relação à outra — e a ideia é de soma de ações.
“Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo.”
A conjunção “e” é o conector típico das orações coordenadas aditivas. Não há qualquer subordinação (uma oração não depende da outra) nem alternância.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa descreve exatamente a relação: duas orações coordenadas em uma relação de adição. O texto comprova a independência sintática e a presença do conectivo aditivo “e”.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A alternativa afirma que há “uma oração principal e uma oração subordinada adverbial”. Isso contradiz o texto: não existe qualquer subordinação. As duas orações são independentes e unidas por coordenação. Não há conjunção subordinativa (como “quando”, “porque”, “embora”, etc.) que estabeleça dependência.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Afirma “duas orações coordenadas em uma relação de alternância”. Erro de troca de conceito: a alternância é expressa por conjunções como “ou...ou”, “ora...ora”, “quer...quer”. O período usa “e”, que marca adição, não alternância. O texto não autoriza a ideia de escolha ou exclusão entre as ações.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Afirma “uma oração principal e uma oração subordinada substantiva”. Contradiz o texto: não há subordinação, muito menos substantiva (que exerceria função de sujeito, objeto, complemento nominal, etc.). As orações são coordenadas, não subordinadas. A segunda oração não exerce nenhuma função sintática na primeira.
Conclusão: A única alternativa inteiramente sustentada pelo texto é a A. O período é um exemplo clássico de coordenação aditiva.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.