Questão de Medicina Legal — Genética forense — FUNDATEC 2017
Medicina Legal›Genética forense
Código
qq263877
Banca
FUNDATEC
Órgão
IGP-RS
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Perito Criminal - Biomedicina/ Farmácia/ Biologia
Em relação ao processamento de amostras forenses nos modernos Laboratórios de Genética Forense, assinale a alternativa correta.
AA técnica em que sondas fluorescentes específicas se ligam a moléculas de DNA em amplificação por PCR liberando luminescência captada por um fotômetro permitindo quantificar o DNA presente na amostra descreve o PCR em tempo real.
BAmostras questionadas e de referência relacionadas a um caso criminal, ao ingressarem no laboratório de DNA, devem ser processadas conjuntamente, obedecendo às seguintes etapas: extração do DNA, quantificação, amplificação pela PCR, eletroforese capilar e análise dos resultados.
CAmostras questionadas devem passar pela extração do DNA, seguido de PCR e eletroforese capilar.
DApós a etapa de extração do DNA, as amostras devem ser normalizadas e, em seguida, submetidas à eletroforese.
EA PCR é uma etapa crítica do exame de Genética Forense. Atualmente, a maioria dos laboratórios utiliza kits comerciais, alguns kits amplificam até 24 loci STRs simultaneamente.
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GabaritoE — A PCR é uma etapa crítica do exame de Genética Forense. Atualmente, a maioria dos laboratórios utiliza kits comerciais, alguns kits amplificam até 24 loci STRs simultaneamente.
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Genética Forense – Processamento de Amostras
Gabarito: letra E. A PCR é etapa crítica no exame de Genética Forense, e os kits comerciais atuais permitem amplificar até 24 loci STR simultaneamente, sendo correta a afirmação. As demais alternativas apresentam erros conceituais ou procedimentais.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Embora descreva o princípio do PCR em tempo real, a alternativa comete imprecisão técnica: o termo correto é fluorescência, e não luminescência. Além disso, o equipamento utilizado é um termociclador com detecção óptica, e não um fotômetro. A descrição não é fiel à nomenclatura padrão da técnica, tornando a assertiva incorreta.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Afirma que amostras questionadas e de referência devem ser processadas conjuntamente. Isso contraria o princípio de evitar contaminação cruzada. O material de apoio recomenda que vestígios sejam amostrados em ambientes ou momentos distintos das amostras de referência (item "Pontos Críticos"). Portanto, devem ser processadas separadamente.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Omiti a etapa de quantificação do DNA, que é essencial após a extração para determinar a concentração ideal para a PCR. O fluxo correto é: extração → quantificação → amplificação por PCR → eletroforese capilar → análise. A falta da quantificação inviabiliza a amplificação adequada.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Após a extração, as amostras devem ser quantificadas e, se necessário, normalizadas antes da PCR. A alternativa pula a amplificação e vai diretamente para a eletroforese, o que não é possível. A etapa de PCR é obrigatória antes da eletroforese para gerar fragmentos detectáveis.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A PCR é, de fato, uma etapa crítica, pois permite amplificar regiões específicas do DNA (STRs) a partir de quantidades mínimas. Os kits comerciais mais modernos (ex.: PowerPlex Fusion, GlobalFiler) amplificam simultaneamente 24 ou mais loci STR, sendo amplamente utilizados nos laboratórios de genética forense.
NÃO CAIA NESSA!
A banca tenta confundir com o termo "luminescência" (alternativa A) e com a omissão de etapas (C e D). Lembre-se: o fluxo correto é extração → quantificação → PCR → eletroforese → análise.