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Questão de Medicina — Anatomia e Fisiologia Humana em Medicina — Fundação CEFETBAHIA 2017

MedicinaAnatomia e Fisiologia Humana em Medicina
Código
qq268703
Banca
Fundação CEFETBAHIA
Órgão
Consórcio Público de Saúde de Irecê
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Médico Reumatologia
Paciente sexo feminino, 78 anos, hipertensa e osteoporótica em uso de hidroclorotiazida e alendronato de sódio com carbonato de cálcio e vitamina D, vem à consulta referindo lombalgia há cerca de cinco meses. Relatou dor tóraco-lombar contínua, pior à noite, sem irradiação. Negou alterações neurológicas, perda ponderal ou febre. Exame físico normal, exceto pela presença de dor à palpação de processo espinhoso ao nível de T11 e T12. Em exames laboratoriais, apresenta: hemoglobina 9,5 mg/dL, Leucócitos totais de 11.500/mm³ com diferencial normal, plaquetas 270.000/mm³, ureia 67 mg/dL e creatinina 2,1mg/dL.Sobre o caso dessa paciente, é correto afirmar que
  1. Aa presença de dor noturna indica um quadro de espondilodiscite bacteriana, sendo prudente iniciar antibioticoterapia imediatamente nesse caso.
  2. Ba paciente não apresenta nenhum sinal de alerta que justifique investigação adicional, sendo o diagnóstico de fratura de compressão por osteoporose pós-menopáusica o mais provável.
  3. Cdentre os sinais de alarme apresentados pela paciente, a leucocitose é um importante indicador de que a lombalgia é de etiologia infecciosa, já indicando necessidade de tratamento antimicrobiano.
  4. Dusualmente, as fraturas secundárias à osteoporose pós-menopáusica apresentam melhora da dor em torno de 4 a 8 semanas após medidas conservadoras. A persistência sugere necessidade de investigação adicional.
  5. Eas fraturas vertebrais espontâneas devido à osteoporose pós-menopáusica não costumam acontecer em vértebras torácicas baixas ou lombares e sim acima de T6, por este motivo as principais suspeitas para essa paciente são lesão metastática ou mieloma múltiplo.
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GabaritoD — usualmente, as fraturas secundárias à osteoporose pós-menopáusica apresentam melhora da dor em torno de 4 a 8 semanas após medidas conservadoras. A persistência sugere necessidade de investigação adicional.

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