Questão de Criminalística — Fotografia Forense — IADES 2017
Criminalística›Fotografia Forense
Código
qq270197
Banca
IADES
Órgão
PC-DF
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Perito Criminal - Verificação de Aprendizagem
Nos locais de crime que precisam ser examinados à noite, muitos dos problemas de iluminação que afetam o registro fotográfico poderiam ser solucionados com o uso de um tripé e um flash de sapata (mais potente que o flash embutido na câmera). Entretanto, por vezes, não se levam esses equipamentos para o local de crime e tem-se que usar os recursos da câmera para permitir um bom registro fotográfico. Para que as fotografias noturnas fiquem mais claras e bem iluminadas, ainda que possam vir a apresentar ruído e granulação, é recomendável
Aaumentar o valor da sensibilidade ISO.
Breduzir a compensação da exposição em -2 EV.
Cutilizar a fotometria matricial para a medição da luz ambiente.
Dconfigurar o balanço de branco para DAYLIGHT (luz do dia).
Ereduzir o tempo de exposição, aumentando a velocidade do obturador.
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GabaritoA — aumentar o valor da sensibilidade ISO.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Fotografia Forense em Locais Noturnos
Gabarito: alternativa A. Em condições de baixa luminosidade, aumentar a sensibilidade ISO torna o sensor mais sensível à luz, clareando a imagem — porém introduz ruído e granulação, exatamente o que o enunciado descreve como efeito colateral. Essa é a técnica mais prática quando não se dispõe de tripé ou flash externo.
A questão testa o conhecimento básico sobre o triângulo de exposição (ISO, abertura, velocidade) e os trade-offs em fotografia noturna. A banca quer que o candidato identifique qual ajuste compensa a falta de iluminação sem modificar tempo de exposição ou abertura.
1ISO (sensibilidade)
2Abertura (f/stop)
3Velocidade (obturador)
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Aumentar o ISO eleva a amplificação do sinal captado pelo sensor, permitindo fotografar com menos luz. O efeito colateral é o aumento de ruído (granulação), que o próprio enunciado menciona como aceitável para obter uma imagem mais clara. É a recomendação padrão para fotografia noturna sem tripé.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Reduzir a compensação de exposição em -2 EV escurece a imagem, pois diminui a quantidade de luz registrada. Isso é o oposto do que se deseja (fotos mais claras). A compensação negativa é usada para evitar superexposição em cenas muito claras, não em situações de baixa luz.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A fotometria matricial mede a luz de toda a cena, mas não resolve o problema principal: a quantidade total de luz disponível é insuficiente. O tipo de medição influencia a exposição automática, mas não aumenta a luminosidade geral; a cena continuará escura se a sensibilidade ou o tempo de exposição não forem ajustados.
Alternativa D — ❌ Incorreta
O balanço de branco corrige a dominante de cor (temperatura de cor), não a intensidade luminosa. Configurá-lo para "Daylight" (luz do dia) em uma cena noturna pode deixar as cores com tom amarelado ou alaranjado, mas não torna a foto mais clara. O problema é de exposição, não de balanço de cores.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Reduzir o tempo de exposição (aumentar a velocidade do obturador) diminui a quantidade de luz que atinge o sensor, escurecendo a imagem. Em fotografia noturna, geralmente se aumenta o tempo de exposição (velocidade mais lenta) para captar mais luz — mas isso exige tripé para evitar borrão. A alternativa faz exatamente o contrário do necessário.
PEGA ESSA DICA!
Em concursos de perícia, lembre-se do tripé básico da exposição: ISO, abertura e velocidade. Na falta de luz, as opções são: aumentar ISO (mais ruído), reduzir a velocidade (risco de trepidação – usar tripé) ou abrir o diafragma (menor profundidade de campo). A questão indicou que não se dispõe de tripé, logo o ajuste de ISO é a saída imediata.