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Questão de Criminalística — Computação Forense — IADES 2017

CriminalísticaComputação Forense
Código
qq270216
Banca
IADES
Órgão
PC-DF
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Perito Criminal - Verificação de Aprendizagem
A primeira etapa de um exame pericial de informática é referente à aquisição de dados. Já a segunda etapa é relativa à análise do material extraído em busca de dados relevantes. Os dois modos de trabalho para a segunda etapa são a análise
  1. Adireta e a controlada.
  2. Bsubtrativa e a apositiva.
  3. Cfísica e a comportamental.
  4. Dlive e a post mortem.
  5. Einterpolada e a hash.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — live e a post mortem.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Computação forense — análise live e post mortem

Gabarito: letra D. A segunda etapa do exame pericial de informática é a análise do material extraído. Nessa fase, os dois modos clássicos de trabalho são a análise live (ao vivo, sobre o sistema em funcionamento) e a análise post mortem (sobre dados estáticos, como imagens forenses de disco). Essa classificação é amplamente aceita na literatura e na prática pericial.

As demais alternativas empregam termos que não representam a divisão consagrada para a etapa de análise em computação forense.

  1. 1Aquisição de dados
  2. 2Análise do material
  3. 3Elaboração do laudo
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Alternativa A — ❌ Incorreta

“Direta e controlada” não são categorias padrão na análise forense. Embora existam técnicas específicas, não correspondem aos dois grandes modos de trabalho na segunda etapa.

Alternativa B — ❌ Incorreta

“Subtrativa e apositiva” são expressões sem correspondência no vocabulário técnico da computação forense.

Alternativa C — ❌ Incorreta

“Física e comportamental” referem-se a enfoques possíveis (análise de hardware vs. análise de comportamento de software), mas não à divisão principal entre análise de dados voláteis e não voláteis.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A análise live é realizada enquanto o sistema está em execução, permitindo capturar dados voláteis (memória RAM, processos ativos, conexões de rede, etc.) que seriam perdidos no desligamento. Já a análise post mortem é feita sobre cópias forenses (imagens) de discos e mídias, examinando dados persistentes de forma segura e sem alterar a evidência original. Essa dicotomia é um dos pilares da metodologia forense digital.

A tabela a seguir resume as principais diferenças:

Característica

Live Analysis

Post Mortem Analysis

Estado do sistema

Em funcionamento

Desligado (cópia forense)

Dados analisados

Voláteis (RAM, processos, rede)

Não voláteis (disco, arquivos)

Risco de alteração

Alto (requer cuidado)

Baixo (trabalha-se sobre imagem)

Ferramentas comuns

COFEE, WindowsSCOPE, Ram capturers

EnCase, FTK, X-Ways

Quando usar

Suspeita de dados efêmeros, sistemas criptografados

Padrão na maioria das investigações

PEGA ESSA DICA!

Na prova, lembre-se que a etapa de análise divide-se entre o exame de dados vivos (live) e de dados mortos (post mortem). Essa é a nomenclatura consagrada na área e cai com frequência em questões de computação forense.

Alternativa E — ❌ Incorreta

“Interpolada e hash” confunde técnicas de processamento (interpolação) e método de verificação de integridade (hash) com modos de análise. Hash é usado para garantir que uma imagem forense não foi alterada, mas não constitui um modo de trabalho para a segunda etapa.

Gabarito: letra D.

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