Questão de Criminalística — A Prova: Presunções, Vestígios e Indícios — IADES 2017
Criminalística›A Prova: Presunções, Vestígios e Indícios
Código
qq270226
Banca
IADES
Órgão
PC-DF
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Perito Criminal - Verificação de Aprendizagem
No caso apresentado, os cintos de segurança não foram utilizados e, em razão dos movimentos do veículo e do forte impacto, o cadáver encontrava-se entre as posições do condutor e do passageiro, no habitáculo do veículo. Assinale a alternativa que apresenta o procedimento pericial mais indicado para identificar se o cadáver encontrado era do condutor do veículo.
AColeta de sangue do cadáver.
BColeta de fragmentos de vidro para análise.
CColeta de fibras de tecido e envio para o laboratório.
DColeta de fio de cabelo do cadáver para exame de DNA.
EEsfregaço de suabe no volante e nas alavancas do câmbio e do freio de mão para exame de DNA.
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GabaritoE — Esfregaço de suabe no volante e nas alavancas do câmbio e do freio de mão para exame de DNA.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Identificação de condutor em acidente de trânsito
Gabarito: letra E. O esfregaço de suabe no volante e nas alavancas do câmbio e do freio de mão é o procedimento mais indicado, pois coleta células epiteliais deixadas pelo condutor durante a condução. Essas amostras podem ser submetidas a exame de DNA e comparadas ao DNA do cadáver, confirmando ou descartando se o falecido era o motorista.
A banca testa o conhecimento sobre a aplicação de técnicas de DNA forense para determinar a posição do ocupante em acidentes. As demais alternativas, embora também sejam técnicas periciais válidas, não são capazes de associar o cadáver à função de condutor.
Alternativa A — ❌ Incorreta
A coleta de sangue do cadáver fornece seu perfil genético, mas não indica se ele estava dirigindo. Qualquer ocupante poderia ter seu sangue coletado.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Fragmentos de vidro podem ser analisados para verificar compatibilidade com o veículo, mas não identificam qual pessoa estava ao volante.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Fibras de tecido podem ser comparadas com roupas do cadáver ou do veículo, mas também não permitem concluir que a vítima era o condutor.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Um fio de cabelo do cadáver permite exame de DNA, mas, assim como o sangue, não diferencia a posição do ocupante. Pode pertencer a qualquer pessoa no veículo.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O esfregaço de suabe nas superfícies de contato do condutor (volante, alavanca de câmbio, freio de mão) coleta células da pele e suor, ricas em DNA. A comparação genética com o cadáver é a técnica forense direta para confirmar se ele era o motorista.
PEGA ESSA DICA!
Para identificar quem dirigia, busque vestígios de DNA nas áreas de contato exclusivas do condutor. Sangue e cabelo do cadáver são inespecíficos. A coleta de suabe é o método padronizado.