Questão de Criminalística — Entomologia Forense — IESES 2017
Criminalística›Entomologia Forense
Código
qq280337
Banca
IESES
Órgão
IGP-SC
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Perito Criminal Geral
No que se refere à coleta de larvas e insetos em cadáver humano, no local do crime afastado do laboratório, para posterior análise entomológica, recomenda-se:
AColetar somente larvas e insetos vivos.
BConservar os insetos vivos para o transporte até o laboratório.
CCongelar as larvas vivas e os ovos de insetos encontrados.
DColetar as larvas vivas com diferentes tamanhos e em diferentes estágios de desenvolvimento.
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GabaritoD — Coletar as larvas vivas com diferentes tamanhos e em diferentes estágios de desenvolvimento.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Coleta de larvas e insetos em cadáver humano
Gabarito: D. A recomendação principal para a coleta de material entomológico em local de crime é obter larvas vivas de diferentes tamanhos e estágios de desenvolvimento, pois isso permite uma estimativa mais precisa do intervalo pós-morte (IPM).
A banca testa o conhecimento sobre o procedimento adequado de coleta de vestígios entomológicos, um tema específico da Criminalística. O material de apoio (manual de local de crime) orienta que a coleta de imaturos deve ser feita com pinças e pincéis, mas não especifica tamanhos. Contudo, a prática forense e os protocolos recomendam a coleta de larvas em diferentes instares para que o entomologista possa determinar a fauna e o estágio de desenvolvimento, fundamentais para o cálculo do IPM.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Coletar somente larvas e insetos vivos é inadequado, pois também podem estar presentes ovos, pupas e insetos mortos, que são igualmente relevantes. Além disso, a recomendação é coletar uma amostra representativa da população, incluindo diferentes tamanhos e estágios.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Conservar os insetos vivos para o transporte não é o procedimento padrão. Geralmente, os insetos adultos são mortos e acondicionados em álcool 70% ou em recipientes secos adequados. Manter vivos pode levar à predação entre espécies e alteração das amostras.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Congelar larvas vivas e ovos pode danificar as estruturas e inviabilizar a análise morfológica e molecular. O congelamento não é indicado; a coleta deve ser seguida de fixação ou conservação em meio apropriado (ex.: álcool 70% para adultos, papel filtro umedecido para ovos, e meio com proteína para larvas).
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A coleta de larvas vivas com diferentes tamanhos e em diferentes estágios de desenvolvimento é a prática correta, pois fornece ao perito entomólogo uma amostra representativa da fauna cadavérica em diversos instares, essencial para estimar o intervalo pós-morte (IPM) com maior acurácia. O manual de local de crime orienta que, no caso de larvas, os recipientes devem conter proteína para alimentação, mas a diversidade de estágios é o ponto central para a análise.
PEGA ESSA DICA!
Em questões sobre coleta de vestígios entomológicos, lembre-se de que o objetivo principal é preservar a representatividade da amostra (diferentes estágios e espécies) para viabilizar a estimativa do IPM. Evite alternativas que foquem apenas em insetos vivos, congelamento ou métodos que comprometam a integridade do material.