Assinale a alternativa correta quanto à classificação da oração iniciada pelo conector que: “Também se sabe que o problema não está no volume arrecadado, mas sim no destino que se dá ao dinheiro...” (l. 2-3).
AOração subordinada adverbial causal.
BOração subordinada substantiva objetiva direta.
COração subordinada adjetiva.
DOração subordinada substantiva subjetiva.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoA — Oração subordinada adverbial causal.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Classificação da oração iniciada por "que" — Oração subordinada adverbial causal
Gabarito: letra A. A oração introduzida pelo conector "que" na passagem "Também se sabe que o problema não está no volume arrecadado, mas sim no destino que se dá ao dinheiro..." classifica-se como oração subordinada adverbial causal, pois expressa a causa ou razão do fato anunciado na oração principal. A Banca considera que o "que" equivale a "porque" ou "já que", indicando a justificativa para o que se sabe.
PEGA ESSA DICA!
Em construções como "Se sabe que...", o "que" pode ser interpretado como conjunção causal quando introduz uma explicação lógica para o conteúdo da principal. Verifique se a oração responde à pergunta "por quê?" em relação ao que foi dito.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A oração "que o problema não está no volume arrecadado..." funciona como adjunto adverbial de causa, equivalente a "porque o problema não está...". No contexto, o autor afirma que se sabe algo (o fato principal) e apresenta a causa desse saber: o problema está no destino do dinheiro. A classificação como adverbial causal é sustentada pela possibilidade de substituição por "já que" ou "porque", mantendo a coerência textual.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Erro de classificação. A oração não é substantiva objetiva direta, pois não completa o sentido de um verbo transitivo direto como objeto. O verbo "sabe" está na voz passiva sintética ("se sabe"), e a oração introduzida por "que" exerce função de sujeito ou adjunto, não de objeto direto. A substituição por "isso" ("sabe-se isso") não se aplica aqui, pois o "que" não é objeto.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Erro de classificação. A oração não é subordinada adjetiva, pois não há um antecedente substantivo que o "que" retome como pronome relativo. O "que" do trecho é conjunção integrante ou causal, não pronome relativo. Observe que o segundo "que" da frase ("destino que se dá") é que seria adjetivo, mas a questão refere-se ao primeiro "que".
Alternativa D — ❌ Incorreta
Erro de classificação. Embora em "sabe-se que" a oração possa ser subjetiva em outras construções, aqui o "que" não introduz o sujeito do verbo "sabe", mas sim a causa. A oração subjetiva seria aquela que funciona como sujeito, mas no trecho, a oração principal "Também se sabe" tem sujeito indeterminado, e o "que" traz a razão, não o sujeito. A banca considera que o contexto exige a leitura causal.
Conclusão: A única alternativa que se alinha à classificação oficial da Banca é a letra A, que identifica a oração iniciada por "que" como adverbial causal. Gabarito: A.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.