Questão de Engenharia Civil — Avaliação Imobiliária em Engenharia Civil — INSTITUTO AOCP 2018
Engenharia Civil›Avaliação Imobiliária em Engenharia Civil
Código
qq373837
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
ITEP-RN
Ano
2018
Nível
Superior
Cargo
ITEP - RN - Perito Criminal - Engenharia Civil
O estabelecimento inicial pelo contratante do grau de fundamentação desejado tem por objetivo a determinação do empenho no trabalho avaliatório, mas não representa garantia de alcance de graus elevados de fundamentação. Dentre as alternativas a seguir, assinale a que apresenta um dos quesitos empregados na determinação do grau de fundamentação de uma avaliação com o emprego do tratamento por fatores.
AEstimativa do custo Direto.
BBDI.
CDepreciação física.
DQuantidade mínima de dados de mercado efetivamente utilizados.
ENível de significância máximo para a rejeição da hipótese nula de cada regressor.
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GabaritoD — Quantidade mínima de dados de mercado efetivamente utilizados.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Grau de fundamentação na avaliação pelo tratamento por fatores
Gabarito: letra D. O grau de fundamentação de uma avaliação que utiliza o tratamento por fatores (método comparativo com ajuste por fatores) é determinado, entre outros critérios, pela quantidade mínima de dados de mercado efetivamente utilizados – conforme estabelece a NBR 14653-2:2011. Esse é o único quesito, dentre as alternativas, que integra a tabela de classificação do grau de fundamentação para esse método.
O tratamento por fatores consiste na aplicação de coeficientes corretivos a elementos comparáveis, sem o uso de modelos de regressão (inferência estatística). Por isso, seus critérios de fundamentação priorizam a quantidade e a qualidade dos dados amostrais, e não parâmetros estatísticos como nível de significância.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Estimativa do custo Direto é um quesito próprio do método da quantificação de custo (ou método involutivo), não se aplica ao tratamento por fatores, que é um método comparativo.
Alternativa B — ❌ Incorreta
BDI (Benefícios e Despesas Indiretas) é um percentual utilizado em orçamentos de obras e no método da quantificação de custo – não é critério de fundamentação no tratamento por fatores.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Depreciação física é um fator de ajuste que pode ser considerado no tratamento por fatores, mas não é um dos quesitos que determinam o grau de fundamentação. O grau é definido por critérios como número de dados, homogeneização, etc.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Quantidade mínima de dados de mercado efetivamente utilizados é o principal quesito para classificar o grau de fundamentação (I, II ou III) no tratamento por fatores. Quanto maior o número de dados de mercado comparáveis e efetivamente empregados, maior o grau de fundamentação atingido.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Nível de significância máximo para a rejeição da hipótese nula de cada regressor é um critério da inferência estatística (regressão linear), não do tratamento por fatores. Este último não utiliza regressão; os ajustes são feitos por fatores fixos (ex.: fonte, área, padrão construtivo).
NÃO CAIA NESSA!
A banca insere a alternativa E, que é um critério real da NBR 14653-2, mas apenas para avaliações com inferência estatística (regressão), não para o tratamento por fatores. O candidato que estudou a norma de forma genérica pode marcar E por acaso. Fique atento ao método explicitado no enunciado.