Questão de Engenharia Civil — Estruturas — INSTITUTO AOCP 2018
Engenharia Civil›Estruturas
Código
qq373847
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
ITEP-RN
Ano
2018
Nível
Superior
Cargo
ITEP - RN - Perito Criminal - Engenharia Civil
Conforme referências normativas nacionais para estruturas metálicas, por meio da relação entre o deslocamento lateral do andar relativo à base obtido na análise de segunda ordem e aquele obtido na análise de primeira ordem, considerando certas combinações últimas de ações, a estrutura pode ser classificada, quanto à sensibilidade a deslocamentos laterais, em:
Abaixa deslocabilidade, normal deslocabilidade ou alta deslocabilidade
Bpequena deslocabilidade, média deslocabilidade ou grande deslocabilidade
Csem deslocabilidade ou com deslocabilidade.
Ddeslocabilidade reduzida ou deslocabilidade ampla.
Enós indeslocáveis, nós semideslocáveis ou nós deslocáveis.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoB — pequena deslocabilidade, média deslocabilidade ou grande deslocabilidade
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Classificação de estruturas metálicas quanto à sensibilidade a deslocamentos laterais
Gabarito: letra B. Conforme a ABNT NBR 8800 (Projeto de estruturas de aço), a estrutura é classificada em pequena, média ou grande deslocabilidade com base na relação entre os deslocamentos laterais obtidos na análise de segunda ordem e de primeira ordem (parâmetro B₂ ou α). Essa nomenclatura é a empregada pela norma brasileira para estruturas metálicas.
A questão exige o conhecimento literal da terminologia da NBR 8800. O parâmetro que define a classificação é o coeficiente de sensibilidade a deslocamentos laterais (B₂), calculado para cada andar. Os limites são:
Pequena deslocabilidade: B₂ ≤ 1,10 (ou α ≤ 0,10) – os efeitos de segunda ordem podem ser desprezados.
Média deslocabilidade: 1,10 < B₂ ≤ 1,40 (ou 0,10 < α ≤ 0,30) – exige consideração aproximada dos efeitos de segunda ordem.
Grande deslocabilidade: B₂ > 1,40 (ou α > 0,30) – exige análise rigorosa de segunda ordem.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Os termos "baixa deslocabilidade", "normal deslocabilidade" e "alta deslocabilidade" não são os empregados pela NBR 8800. A norma adota "pequena", "média" e "grande".
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa reproduz exatamente a nomenclatura oficial: pequena deslocabilidade, média deslocabilidade ou grande deslocabilidade.
Alternativa C — ❌ Incorreta
"Sem deslocabilidade" não existe; toda estrutura apresenta deslocamentos. A classificação é tripartite, não binária.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Deslocabilidade reduzida ou ampla" também não corresponde à norma. A classificação é em três níveis, e os adjetivos são padronizados.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A classificação por "nós indeslocáveis, semideslocáveis ou deslocáveis" é típica de análise estrutural de pórticos (nós fixos, móveis), mas não é a classificação normativa para sensibilidade a deslocamentos laterais na NBR 8800.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca a nomenclatura exata da norma (pequena, média, grande) por sinônimos como "baixa, normal, alta" ou "reduzida, ampla". O candidato precisa conhecer os termos literais da NBR 8800 para não cair nessa armadilha.