Questão de Fisioterapia — Fisioterapia Geral — Instituto Excelência 2018
- Código
- qq380177
- Banca
- Instituto Excelência
- Órgão
- Prefeitura de São Luís do Paraitinga - SP
- Ano
- 2018
- Nível
- Superior
- Cargo
- Fisioterapeuta
- ANa Hippoterapia, o equino passa a atuar como uma ferramenta de cinesioterapia e o paciente encontra-se totalmente dependente da mediação do profissional em questão, que fica ao seu lado guiando diretamente o processo terapêutico; na Educação/Reeducação, o equino passa a atuar como um instrumento pedagógico e de (re)inserção social e o paciente encontra-se parcialmente independente do profissional em questão, que atua como guia do animal e como mediador da independência do paciente; na base pré-esportiva, o equino encontra-se como uma ferramenta de inclusão social, além dos efeitos terapêuticos comuns da prática esportiva, e o paciente encontra-se em capacidade de controlar e conduzir o animal, porém, por não se tratar de um praticante de equitação, propriamente dito, o acompanhamento multiprofissional e a mediação é imprescindível; na prática esportiva paraequestre, o paciente tem total autonomia sobre o animal – uma vez que é treinado para ser um atleta, garante-se, no entanto, os efeitos terapêuticos comuns à pratica esportiva em questão, além da melhoria na qualidade de vida e inserção social.
- BNa Hippoterapia, o equino passa a atuar como uma ferramenta para o desenvolvimento motor autônomo, de modo que, ao iniciar a prática, o paciente torna-se independente da mediação do profissional no que diz respeito ao controle do animal, a mediação profissional, dá-se essencialmente via avaliação do animal e do desenvolvimento do paciente; na Educação/Reeducação, o equino passa a atuar como um instrumento pedagógico no que concerne a posicionamento e no desenvolvimento dos movimentos básicos, para tanto o paciente encontra-se totalmente dependente da mediação profissional, que atua no controle do animal e como mediador das ações do paciente; na base pré-esportiva, o equino encontra-se como uma ferramenta de inclusão social, além dos efeitos terapêuticos comuns da prática esportiva, e o paciente encontra-se em capacidade de controlar e conduzir o animal, porém, por não se tratar de um praticante de equitação, propriamente dito, o acompanhamento multiprofissional e a mediação é imprescindível; na prática esportiva paraequestre, o paciente tem total autonomia sobre o animal – uma vez que é treinado para ser um atleta, garante-se, no entanto, os efeitos terapêuticos comuns à pratica esportiva em questão, além da melhoria na qualidade de vida e inserção social.
- CAs quatro bases fundamentais apresentadas, situam-se em um mesmo nível terapêutico, no que diz respeito às potencialidades no desenvolvimento motor e psíquico do paciente. As diferenças entre estas bases estão basicamente na evolução do quadro clínico do praticante, ou seja, nos níveis de dificuldade e desenvolvimentos alcançados; deste modo, o tratamento a partir da Equoterapia surge também como um processo de avaliação do desenvolvimento do indivíduo em relação à terapia, onde o nível de Hippoterapia é o inicial e o de prática esportiva paraequestre é o nível final.
- DNenhuma das alternativas.