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Questão de Atualidades — Atualidades do ano de 2019 — Planexcon 2018

AtualidadesAtualidades do ano de 2019
Código
qq386949
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Nível
Superior
Cargo
Procurador Jurídico
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA – o Produto Interno Bruto (PIB) voltou a apresentar bom desempenho no terceiro trimestre de 2017, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), resultado que confere maior solidez a trajetória de recuperação gradual iniciada pela economia no início desse ano.No dia 6 de dezembro de 2017, o Comitê de Política Monetária – COMPOM – anunciou novo corte da taxa básica de juros da economia para 7%, constituindo-se na décima redução seguida da Selic. A queda de 0,5 ponto percentual, que já era esperada pelos economistas do mercado financeiro, representa nova redução no ritmo de corte dos juros – que havia sido de 0,75 ponto percentual no fim de outubro. O próprio BC já havia indicado que essa desaceleração aconteceria.(https://g1.globo.com/economia/noticia/cop om-baixa-juro-basico-para-7-ao-ano-no-10- corte-seguido-menor-desde-1986.ghtml http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/i ndex.php/2017/12/06/atividade-economicadesempenho-do-pib-3/)A taxa de juros é utilizada pelo Banco Central como importante instrumento de controle da moeda, do crédito e do consumo propriamente dito. O ritmo de queda da taxa de juros se deve em grande parte pela recuperação e como estímulo da economia brasileira, mas pode-se considerar essencialmente que esta constante redução é decorrente:
  1. ADos reflexos diretos do cenário internacional, em especial pela recente notícia de aproximação da Coréia do Norte com a do Sul, em reunião ocorrida na região desmilitarizada que divide a península coreana, que tratou do envio de uma delegação norte-coreana aos Jogos Olímpicos de Inverno.
  2. BDo ritmo de baixa da inflação vivenciada no ano de 2017, tendo em vista que a taxa de juros serve como fiel da balança para o controle da inflação pelo Governo.
  3. CDa taxa de câmbio, considerada a crescente desvalorização do real em face da moeda estrangeira em 2017, notadamente do dólar, exigindo do Banco Central medidas contínuas de controle dos juros para equacionamento da balança comercial.
  4. DDa volatilidade dos títulos públicos federais, que vêm demonstrando uma oscilação descontrolada desde o início do Governo Michel Temer.
  5. EDo ritmo de queda dos índices da bolsa de valores brasileira, influenciados pela valorização da bolsa norte-americana que sofre forte influência do Governo Trump.
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GabaritoB — Do ritmo de baixa da inflação vivenciada no ano de 2017, tendo em vista que a taxa de juros serve como fiel da balança para o controle da inflação pelo Governo.

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