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Questão de Medicina — Cirurgia Geral — COPESE - UFT 2019

MedicinaCirurgia Geral
Código
qq436838
Banca
COPESE - UFT
Órgão
UFT
Ano
2019
Nível
Superior
Cargo
COPESE - - Residência Médica - Cirurgia Geral
O primeiro relato conhecido de disfunção erétil é datado em 2.000 AC, em um papiro egípcio, que descrevia duas causas: a natural e a sobrenatural (feitiços). Aristóteles achava que a ereção era causada por um influxo de ar devido à energia carregada por nevos. Coube à Ambroise Pare, em 1585, a primeira descrição detalhada da anatomia peniana e o conceito de ereção. A fisiologia da ereção, bem como a importância do endotélio e, principalmente, do óxido nítrico nesse processo, foram elucidados somente no final do século passado.No tratamento da disfunção erétil, assinale a alternativa CORRETA.
  1. APaciente JMA, no segundo mês de pós-operatório de prostatectomia radical, queixa-se de disfunção erétil, referindo ereções parciais e de curta duração. Neste caso, a melhor indicação seria a terapia de terceira linha com prótese peniana.
  2. BAs medicações a seguir são consideradas adequadas no tratamento da disfunção erétil: inibidores da fosfodiesterase 5, inibidores da 5 alfa-redutase e alfabloqueadores.
  3. CPaciente AMR refere ser usuário crônico de tadalafila diariamente e, apesar de ter tido boa resposta por dois (2) anos, cita piora das ereções. Para tal paciente, cabe tentar a colocação de prótese peniana inflável e, se não houver resposta, indicar o uso de injeções intracavernosas.
  4. DDentre as complicações pós-operatórias no tratamento da disfunção erétil, a mais temida após a colocação da prótese é a infecção, que se trata, na maioria dos casos, somente com antibioticoterapia.
  5. EAJJ portador de disfunção erétil, em pós-operatório de prostatectomia radical, menciona manter boa vida sexual com sua parceira, mesmo sem ereções adequadas. Na condução da impotência em tais pacientes, não se deve insistir com terapias de qualquer modalidade, seja clínica ou cirúrgica, uma vez que a sexualidade abrange particularidades inerentes a cada indivíduo e a cada casal. Insistir em terapias com o objetivo de restaurar a capacidade erétil pode incorrer em complicações e, até, em risco de vida. A decisão sobre iniciar qualquer terapia deve levar em conta todos os aspectos envolvidos.
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GabaritoE — AJJ portador de disfunção erétil, em pós-operatório de prostatectomia radical, menciona manter boa vida sexual com sua parceira, mesmo sem ereções adequadas. Na condução da impotência em tais pacientes, não se deve insistir com terapias de qualquer modalidade, seja clínica ou cirúrgica, uma vez que a sexualidade abrange particularidades inerentes a cada indivíduo e a cada casal. Insistir em terapias com o objetivo de restaurar a capacidade erétil pode incorrer em complicações e, até, em risco de vida. A decisão sobre iniciar qualquer terapia deve levar em conta todos os aspectos envolvidos.

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