Questão de Terapia Ocupacional — Terapia Ocupacional nas Áreas de Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia — FADESP 2019
Terapia OcupacionalTerapia Ocupacional nas Áreas de Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia
- Código
- qq449717
- Banca
- FADESP
- Órgão
- Prefeitura de Marabá - PA
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- Terapeuta Ocupacional
A Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA, é uma doença fatal e o paciente tem expectativa de vida de quatro anos após o diagnóstico. A principal causa de óbito é a insuficiência respiratória, geralmente associada à disfagia com bronco-aspiração. Sobre a atuação do terapeuta ocupacional junto ao indivíduo com sequela de ELA é INCORRETO afirmar o seguinte:]
- AA Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA, é uma doença fatal e o paciente tem expectativa de vida de quatro anos após o diagnóstico. A principal causa de óbito é a insuficiência respiratória, geralmente associada à disfagia com bronco-aspiração. Sobre a atuação do terapeuta ocupacional junto ao indivíduo com sequela de ELA é INCORRETO afirmar o seguinte:] (A) a ELA, também denominada ―doença de Lou Gehring‖, é uma doença neuromuscular progressiva que, devido ao comprometimento no neurônio motor superior ou do neurônio motor inferior nas regiões bulbar e/ou espinhal, afeta o controle muscular voluntário.
- Bo terapeuta ocupacional, no processo de avaliação, pode lançar mão de instrumentos padronizados, para avaliação dos principais sintomas, e específicos, para a mensuração da progressão da patologia, tal como o Amyotrophic Lateral Sclerosis Functional Rating Scale (ALSFRS). A reavaliação deve ser refeita em períodos curtos, em razão da rápida evolução da patologia.
- Cainda que, no estágio inicial, os déficits já se encontrem instalados, a doença geralmente é percebida pelo usuário devido a sua incapacidade de deambular ou à incapacidade de realizar as atividades da vida diária.
- DO terapeuta ocupacional, nos estágios finais da doença, deve focar sua intervenção no cuidador, enfatizando o gerenciamento da disfagia, orientando sobre as técnicas de posicionamento e transferência, bem como ensinando sobre como manter a integridade da pele do usuário.