Questão de Português — Morfologia - Verbos — IBFC 2019
- Código
- qq497667
- Banca
- IBFC
- Órgão
- MGS
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
João Cruz e Sousa (1861 - 1898), lançador do Simbolismo no Brasil, é situado, por alguns estudiosos, junto de Mallarmé e Stefan George, entre os três maiores simbolistas do mundo, formando a “grande tríade harmoniosa”.
Além de ter uma boa apresentação física, era um homem extremamente culto e elogiado por seus mestres. Mas nada disso, para as pessoas da época, superava o fato de ser negro, o que lhe causou sérios problemas.
Em vida, sofreu muito e não conheceu o sucesso. Mudou-se de Santa Catarina (seu estado natal) para o Rio de Janeiro e, com muito empenho, chegou a ser arquivista da Central do Brasil, cargo que lhe garantia subsistência e não valorizava sequer um décimo de sua capacidade intelectual. Terminou atacado pela “doença dos poetas”, a tuberculose, que matou, junto com ele, toda sua família.
É nesse ambiente de dor que nasce sua incrível obra, onde transparecem a melancolia e a revolta, porém com versos magicamente ricos e sonoros. Arte é a palavra-chave. Arte libertária, ansiosa, criativa, que foge dos padrões métricos sem perder a classe e a musicalidade. Cruz e Sousa é, sem dúvida, um dos maiores expoentes da poesia brasileira. Entre suas obras estão Missal, Broquéis, Os Faróis e Últimos Sonetos, todos livros de poesia.
(brasilescola.uol.com.br/biografa/joao-cruz-sousa)
- Acargo que lhe garantiu subsistência e não valorizou um décimo de sua capacidade intelectual. (pretérito perfeito).
- Bcargo que lhe garantiria subsistência e não valorizaria um décimo de sua capacidade intelectual. (futuro do presente).
- Ccargo que lhe garantia subsistência e não valorizava um décimo de sua capacidade intelectual. (pretérito imperfeito).
- Dcargo que lhe garantira subsistência e não valorizara um décimo de sua capacidade intelectual. (pretérito mais-que-perfeito).