Questão de Algoritmos e Estrutura de Dados — Algoritmos — IDECAN 2019
- Código
- qq500348
- Banca
- IDECAN
- Órgão
- IF-PB
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor - Informática
- AO(n)
- BO(n^2 log n)
- CO(n log n)
- DO(n^2)
- EO(log n)
GabaritoD — O(n^2)
Gabarito: letra D — O(n²). Quando o vetor está em ordem decrescente e a escolha do pivô é ingênua (ex.: primeiro elemento), o QuickSort atinge seu pior caso, com complexidade O(n²), mesma do BubbleSort, conforme o enunciado menciona.
A banca testa o conhecimento do comportamento do QuickSort em diferentes cenários. O caso médio e melhor do QuickSort é O(n log n), mas o pior caso ocorre quando o pivô é sempre o menor ou maior elemento, gerando partições desbalanceadas — exatamente o que acontece com vetor já ordenado ou inversamente ordenado (decrescente).
O(n) é complexidade linear, incompatível com o pior caso do QuickSort. Essa complexidade ocorreria, por exemplo, em algoritmos como a busca linear.
O(n² log n) não é comum na análise de algoritmos de ordenação. O termo logarítmico não se aplica ao pior caso do QuickSort.
O(n log n) é a complexidade do caso médio e do melhor caso (quando o pivô divide o vetor ao meio). Não é a do pior caso com vetor decrescente.
O pior caso do QuickSort é O(n²). Com vetor decrescente e pivô fixo no primeiro elemento, cada partição separa apenas um elemento, resultando em n chamadas recursivas com custo linear cada.
O(log n) é complexidade logarítmica, típica de busca binária, não de ordenação.
A banca explora a confusão entre o caso médio (n log n) e o pior caso (n²). Muitos alunos lembram que QuickSort é “rápido” e marcam n log n, mas esquecem que em entradas ordenadas/inversamente ordenadas o desempenho piora drasticamente se o pivô não for bem escolhido. Na prova, desconfie sempre de perguntas sobre vetor já ordenado com QuickSort – a resposta quase sempre é O(n²).
Gabarito: letra D — O(n²).
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