Botânica Forense
Gabarito: letra C. Em Palinologia Forense, os grãos de pólen (gimnospermas e angiospermas) e esporos (pteridófitas, briófitas e fungos) podem ser transportados pelo ar e depositados em superfícies, sendo utilizados como microvestígios em investigações criminais. As demais alternativas contêm erros conceituais ou fáticos.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que a Cannabis indica não consta na lista "E" de plantas proscritas da Portaria 344/1998/ANVISA. Na verdade, tanto Cannabis sativa quanto Cannabis indica são espécies da mesma planta e ambas estão proscritas para produção de entorpecentes, não havendo distinção legal entre elas.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Caules e raízes não são as partes mais relevantes para identificação botânica forense. Flores, frutos, sementes e folhas possuem características morfológicas mais distintivas. Caules e raízes são usados apenas em casos específicos, mas não são prioridade.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A descrição da Palinologia Forense está correta: os grãos de pólen de gimnospermas e angiospermas e os esporos de pteridófitas, briófitas e fungos são liberados, ficam suspensos no ar e se depositam em objetos e solo, podendo ser empregados para associar suspeitos a locais de crime.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Ricinus communis (mamona) é tóxica (ricina), mas Tabebuia roseoalba (ipê-branco) não é considerada planta tóxica para humanos. Não há registros de letalidade por essa espécie, tornando a afirmação falsa.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A madeira corresponde ao xilema secundário (lenho), não ao floema secundário. O floema secundário é a casca interna (líber). Apesar de ser possível identificar espécies pela madeira, o conceito botânico está trocado.
Gabarito: letra C.