Questão de Medicina Legal — Antropologia Forense — INSTITUTO AOCP 2019
Medicina Legal›Antropologia Forense
Código
qq515445
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
PC-ES
Ano
2019
Nível
Superior
Cargo
Perito Oficial Criminal - Área 6
Uma característica importante a ser determinada em antropologia forense é a altura do indivíduo em vida. Isso pode ser determinado por uma fórmula que considera a dimensão de três ossos pares (tanto o direito quanto o esquerdo). São eles:
Atálus, calcâneo e metatarso.
Búmero, rádio e ulna.
Ctíbia, úmero e calcâneo.
Dtíbia, patela e fêmur.
Eesterno, sacro e clavícula.
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GabaritoB — úmero, rádio e ulna.
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Antropologia Forense – Estimativa de Estatura
Gabarito: letra B. Em antropologia forense, a estimativa da estatura em vida é frequentemente realizada por meio de fórmulas de regressão que utilizam o comprimento de ossos longos. A alternativa B (úmero, rádio e ulna) representa os três ossos longos do membro superior, todos pares (direito e esquerdo), comumente empregados em conjunto para esse fim, especialmente quando se dispõe apenas dos ossos do braço.
A banca testa o conhecimento sobre quais ossos são classicamente utilizados em fórmulas de estatura. Estudos clássicos (como os de Trotter e Gleser) estabeleceram equações para diversos ossos, e a combinação úmero, rádio e ulna é uma das mais citadas para o membro superior.
Ossos para estimativa de estatura: Membros superiores (clássicos) (Úmero, Rádio, Ulna); Outros ossos longos (alternativos) (Fêmur, Tíbia, Fíbula); Ossos do pé (contexto específico) (Tálus, Calcâneo, Metatarso)
Alternativa A — ❌ Incorreta
Tálus, calcâneo e metatarso são ossos do pé. Embora possam ser usados em estimativas de estatura em contextos específicos, não constituem a tríade clássica de três ossos pares para essa finalidade. Normalmente, fórmulas para o pé utilizam o comprimento do pé como um todo, e não ossos isolados.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Úmero, rádio e ulna são ossos longos do membro superior. São pares (direito e esquerdo) e formam a base de fórmulas de estimativa de estatura quando se dispõe apenas do esqueleto apendicular superior. A literatura forense descreve equações de regressão lineares que utilizam o comprimento máximo desses ossos.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Tíbia, úmero e calcâneo misturam ossos de diferentes regiões (perna, braço e pé). Não há uma fórmula padronizada que utilize exatamente essa combinação de três ossos. Além disso, o calcâneo é um osso curto, não um osso longo, e sua inclusão não segue o padrão tradicional.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Tíbia, patela e fêmur. Embora tíbia e fêmur sejam ossos longos e frequentemente usados, a patela é um osso sesamoide e não é utilizada em fórmulas de estatura. Além disso, a combinação de três ossos da perna (fêmur, tíbia, fíbula) seria mais comum, mas aqui a patela substitui a fíbula, o que não é correto.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Esterno, sacro e clavícula. O esterno e o sacro são ossos ímpares (não pares), e a clavícula, embora par, não é usada em uma tríade com esses ossos para estimativa de estatura. As fórmulas geralmente utilizam ossos longos, não ossos planos ou da linha média.
PEGA ESSA DICA!
Em provas de Medicina Legal, lembre-se de que os ossos mais frequentemente cobrados para estimativa de estatura são: fêmur, tíbia, fíbula, úmero, rádio e ulna. A questão específica pediu "três ossos pares" e a combinação do membro superior (úmero, rádio, ulna) é a única que corresponde exatamente a três ossos longos e pares de uma mesma região.