Questão de Português — Morfologia - Verbos — IPEFAE 2019
PortuguêsMorfologia - Verbos
- Código
- qq521217
- Banca
- IPEFAE
- Órgão
- Prefeitura de São João da Boa Vista - SP
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
O fragmento abaixo foi retirado do poema Ternura, de Vinícius de Moraes.“Eu te peço perdão por te amar de repenteEmbora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidosDas horas que passei à sombra dos teus gestosBebendo em tua boca o perfume dos sorrisosDas noites que vivi acalentadoPela graça indizível dos teus passos eternamente fugindoTrago a doçura dos que aceitam melancolicamente (...)”Se esse mesmo fragmento fosse reescrito usando a 3ª. pessoa do singular para dirigir-se ao seu interlocutor, mantendo-se o uso determinado pela gramática normativa, a uniformidade de tratamento e o sentido original, teríamos:
- AEu te peço perdão por lhe amar de repenteEmbora o meu amor seja uma velha canção nos seus ouvidosDas horas que passei à sombra dos seus gestos Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisosDas noites que vivi acalentadoPela graça indizível dos teus passos eternamente fugindoTrago a doçura dos que aceitam melancolicamente(...)
- BEu lhe peço perdão por me amar de repenteEmbora o seu amor seja uma velha canção nos meus ouvidosDas horas que passei à sombra dos seus gestosBebendo em tua boca o perfume dos sorrisosDas noites que vivi acalentadoPela graça indizível dos seus passos eternamente fugindoTrago a doçura dos que aceitam melancolicamente(...)
- CEu lhe peço perdão por lhe amar de repenteEmbora o meu amor seja uma velha canção nos seus ouvidosDas horas que passei à sombra dos seus gestosBebendo em sua boca o perfume dos sorrisosDas noites que vivi acalentadoPela graça indizível dos seus passos eternamente fugindoTrago a doçura dos que aceitam melancolicamente(...)
- DEu lhe peço perdão por lhe amar de repenteEmbora o seu amor seja uma velha canção nos meus ouvidosDas horas que passei à sombra dos seus gestosBebendo em sua boca o perfume dos sorrisosDas noites que vivi acalentadoPela graça indizível dos seus passos eternamente fugindoTrago a doçura dos que aceitam melancolicamente(...)