Questão de História — História do Brasil — Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ 2019
HistóriaHistória do Brasil
- Código
- qq544326
- Banca
- Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
- Órgão
- Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor - História
Após ler a Base Nacional Curricular Comum (2018) para a disciplina de História, o professor prepara uma atividade levando em consideração os processos de comparação e contextualização descritos no documento. As duas cédulas integram o trabalho do artista plaìstico Cildo Meireles, intitulado Inserções em Circuitos Ideológicos - Projeto Cédula (1970-2013).
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/11/1365447-as-cedulas-de-cildo-meireles-e-outras-8-indicacoes-culturais.shtml Sobre as imagens, é correto afirmar que:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/11/1365447-as-cedulas-de-cildo-meireles-e-outras-8-indicacoes-culturais.shtml Sobre as imagens, é correto afirmar que:- Aas cédulas são usadas como forma de manifestação política contra o Estado brasileiro e seus regimes de exceção, sendo que a primeira trata da morte do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza na Rocinha (2013) e a segunda do desaparecimento de Vladimir Herzog nos porões da ditadura civil-militar (1964-1985)
- Bas intervenções nas cédulas de Real configuram uma tentativa de furar o bloqueio midiático sobre os casos não solucionados à época e tratam, respectivamente, da execução de Amarildo Dias de Souza, em 2013, sob o regime democrático, e do desaparecimento de Vladimir Herzog pela ditadura civil-militar (1964-1985)
- Cembora tratem de casos verdadeiros, relativos ao ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza e ao jornalista Vladimir Herzog, as intervenções nas cédulas são exclusivamente artísticas e não políticas
- Dambas denunciam as violências praticadas pelo Estado brasileiro, sendo que a primeira aborda o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 2013, sob o regime democrático, enquanto a segunda trata da execução do jornalista Vladimir Herzog, ainda na ditadura civil-militar (1964-1985)