Questão de Enfermagem — Doenças Crônicas Não Transmissíveis — SUGEP - UFRPE 2019
EnfermagemDoenças Crônicas Não Transmissíveis
- Código
- qq556005
- Banca
- SUGEP - UFRPE
- Órgão
- UFRPE
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- SUGEP - - Enfermeiro
A história natural do Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) e tipo 2 (DM2) é marcada pelo aparecimento de complicações agudas e crônicas, que são ocasionadas pela descompensação metabólica, causada pelo tempo prolongado de alteração do metabolismo da glicose. Para o DM2, dentre as complicações agudas, está a síndrome hiperglicêmica hiperosmolar (SHH) não cetótica. Sobre essa complicação, é correto afirmar que:
- Aa gravidade clínica e os níveis de consciência geralmente se correlacionam com a gravidade e duração da hiperosmolaridade, a um estado de hiperglicemia grave (superior a 600 mg/dl a 800 mg/dL) e a hiperosmolaridade (˃220 mOsm/L).
- Bem contraste com a cetoacidose diabética, ainda que as concentrações de glicose na SHH sejam infinitamente menores, acidose e cetose graves estão presentes.
- Cna SHH, apesar da ingesta hídrica de reposição ser acentuada, a hiperglicemia grave ocorre, mesmo quando a diurese osmótica não é abundante.
- Dos indivíduos que oferecem maior risco para desenvolver SHH são pacientes jovens, resistentes à orientação de mudança de estilo de vida, com glicemia controlada, apesar do uso de antidiabetogênicos orais, sem outras doenças associadas.
- Eno DM2, o paciente mantém uma capacidade secretória de insulina residual, o que estabelece os sinais clínicos da SHH, que indicam profunda desidratação, sintomas gastrintestinais abundantes e grandes anormalidades neurológicas.