Questão de História — História Geral — UPENET/IAUPE 2019
HistóriaHistória Geral
- Código
- qq563073
- Banca
- UPENET/IAUPE
- Órgão
- Prefeitura de Petrolina - PE
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor de História
“No final da Idade Média, o mundo que os europeus conheciam resumia-se ao Oriente Médio, ao norte da África e às Índias, nome genérico pelo qual designavam o Extremo Oriente, isto é, leste da Ásia. Durante os séculos XV e XVI, exploradores europeus, mas principalmente portugueses e espanhóis, começaram a aventurar-se pelo “mar desconhecido”, isto é, pelo oceano Atlântico e também pelo Pacífico e Índico, dando início à chamada Era das Navegações e Descobrimentos Marítimos.” Quanto a esse tema, assinale a alternativa CORRETA.(https://www.sohistoria.com.br/ef2/navegacoes/).
- AUma das causas para o ousado plano da coroa portuguesa de encontrar uma rota comercial para as Índias, a partir do oceano, foi o monopólio exercido pelos comerciantes de Gênova e Veneza.
- BUm fator importante que estimulou as navegações nesta época era a necessidade de os europeus conquistarem novas terras. Eles queriam isso para poder obter produtos manufaturados não encontrados na Europa, bem como dar vasão a uma parte de suas matérias-primas.
- CA Igreja Católica estava interessada nesse empreendimento, pois significava a oportunidade de converter novas almas. Assim, a ideia de que a igreja também estava interessada nos lucros da empreitada não encontra embasamento historiográfico.
- DO grande interesse em conquistar novas terras e aumentar sua arrecadação, aliado ao medo da descentralização do exercício do poder, fez com que a coroa portuguesa não permitisse investimentos de capital vindos da burguesia e da nobreza.
- EA conquista de Ceuta foi o marco inicial da expansão marítima portuguesa. À medida que descobriam novas regiões, criavam feitorias nelas, submetendo os antigos governos locais à autoridade do monarca português. Esta foi uma diferença crucial em relação aos outros países que preferiam estabelecer alianças e não, um controle direto nas costas africanas.