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Questão de Pedagogia — Legislação da Educação — IF Sul Rio-Grandense 2021

PedagogiaLegislação da Educação
Código
qq658495
Banca
IF Sul Rio-Grandense
Órgão
IF Sul Rio-Grandense
Ano
2021
Nível
Superior
Cargo
Professor - Atendimento Educacional Especializado
Para Silva, Bittencourt e Gesueli (2012, p. 177), “a posição da criança surda como sujeito bilíngue, geralmente filha de pais ouvintes, promove implicações em seu processo de aquisição e desenvolvimento de linguagem escrita. O processo de alfabetização e o letramento estão atravessados por outro sistema linguístico (LIBRAS) e, consequentemente, o surdo apresentará um modo particular de lidar com a escrita do português, considerado como sua língua segunda”. Assim, segundo as autoras, é necessário que a escrita da criança surda seja valorizada como legítima para que o aluno surdo possa consolidar seus conhecimentos em relação ao funcionamento da gramática do português e usá-los ao escrever seus textos.São condições necessárias, EXCETO
  1. Autilizar textos autênticos para o ensino de língua estrangeira ou segunda língua é uma forma de contextualizar esse ensino e promover atividades de aprendizagem que deem oportunidade para o fortalecimento do eu e uma forma de se preservar a própria identidade.
  2. Brefletir sobre a língua que o indivíduo traz de casa e aceitá-la como forma legítima de significar.
  3. Cconsiderar que as diversas línguas de sinais utilizadas pelas crianças surdas em fase de desenvolvimento não propiciam a inserção social, uma vez que estas não podem ser valorizadas e compreendidas como uma língua com estrutura gramatical efetiva.
  4. Dsignificar, por parte de professores e alunos surdos, a escrita enquanto dialógica em um movimento que se dá na interação com o outro, ou ainda, na partilha da mesma língua. Em geral, professor ouvinte/alunos surdos não falam a mesma língua e tal situação provoca um forte descompasso que se reflete no processo de letramento da criança surda.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — significar, por parte de professores e alunos surdos, a escrita enquanto dialógica em um movimento que se dá na interação com o outro, ou ainda, na partilha da mesma língua. Em geral, professor ouvinte/alunos surdos não falam a mesma língua e tal situação provoca um forte descompasso que se reflete no processo de letramento da criança surda.

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