Questão de Biologia — Identidade dos seres vivos — Quadrix 2021
Biologia›Identidade dos seres vivos
Código
qq681790
Banca
Quadrix
Órgão
SEDF
Ano
2021
Nível
Superior
Cargo
Professor Substituto - Biologia
Pela folha CO2 e luz a planta sorverá
E a raiz tira a seiva bruta da terra
Um parênquima tem e
seu nome clorofiliano é
A luz, no cloroplasto, entra
e vai excitar os elétrons
Fotossíntese ocorrerá
E o xilema leva
(Leva)
...
Internet: <https://www.letras.mus.br> .
A partir do trecho da música O xilema leva, que é uma paródia da música Minha pequena Eva, acima apresentado, julgue o item acerca de fisiologia vegetal.Paródias como a música acima se encaixam em uma metodologia de ensino empirista.
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Fisiologia vegetal e metodologias de ensino
Gabarito: letra E (ERRADO). A afirmação de que paródias como a música O xilema leva se encaixam em uma metodologia de ensino empirista está incorreta, pois o uso de paródias e músicas em sala de aula é um recurso didático que se alinha a metodologias ativas e construtivistas, e não ao empirismo, que valoriza a experiência sensorial direta e a observação como fontes primárias do conhecimento. A banca explora a confusão entre o uso de um recurso lúdico e a fundamentação filosófica da metodologia.
O empirismo, corrente filosófica associada a pensadores como John Locke e David Hume, defende que todo conhecimento deriva da experiência sensorial e da observação empírica, ou seja, do contato direto com o objeto de estudo. No ensino de Biologia, uma metodologia empirista priorizaria atividades como experimentação prática, observação de fenômenos naturais e coleta de dados, em que o aluno aprende pela manipulação e observação direta.
Já o uso de paródias musicais, como a apresentada, é um recurso didático que se enquadra em metodologias ativas, como a aprendizagem significativa (Ausubel) ou o construtivismo (Piaget, Vygotsky), pois utiliza elementos lúdicos e culturais para facilitar a assimilação de conceitos, promover a participação do aluno e conectar o conteúdo científico ao cotidiano. A música, nesse contexto, é um instrumento de mediação pedagógica, não uma experiência empírica direta.
Portanto, a afirmativa está errada ao classificar o uso de paródias como metodologia empirista. A banca induz ao erro ao associar um recurso didático comum a uma corrente filosófica específica, sem considerar a distinção entre o recurso e a fundamentação metodológica.
A afirmativa está incorreta porque o uso de paródias musicais em sala de aula é um recurso didático que se alinha a metodologias ativas e construtivistas, e não ao empirismo. O empirismo, como corrente filosófica, valoriza a experiência sensorial direta e a observação como fontes do conhecimento, enquanto a paródia é um instrumento lúdico de mediação pedagógica, que busca facilitar a aprendizagem por meio da associação e da contextualização. A banca explora a confusão entre o recurso didático e a fundamentação filosófica da metodologia, levando o candidato a associar erroneamente o lúdico ao empírico.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca o conceito de metodologia de ensino: o uso de paródias é um recurso didático lúdico, que se encaixa em metodologias ativas (construtivismo, aprendizagem significativa), e não no empirismo, que exige experiência sensorial direta. O candidato que confunde "recurso didático" com "fundamentação filosófica" cai na armadilha. Fique atento: empirismo = observação/experimentação; paródia = ludicidade/contextualização.