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Questão de Português — Termos essenciais da oração: Sujeito e Predicado — FUNDATEC 2022

PortuguêsTermos essenciais da oração: Sujeito e Predicado
Código
qq733869
Banca
FUNDATEC
Órgão
AGERGS
Ano
2022
Nível
Superior

Imagem da questão

Em relação à oração “Adoro essa mensagem”, retirada do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.( ) O tipo de sujeito da oração é indeterminado.( ) O verbo “adoro” é um verbo transitivo indireto.( ) O tipo de predicado é verbal.( ) A expressão “essa mensagem” é complemento verbal.A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
  1. AF – V – F – V.
  2. BV – V – F – V.
  3. CF – F – V – V.
  4. DF – V – F – F.
  5. EV – F – V – F.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — F – F – V – V.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Análise Sintática da Oração “Adoro essa mensagem”

Gabarito: letra C (F – F – V – V). A oração tem sujeito oculto (eu), o verbo adoro é transitivo direto, o predicado é verbal e “essa mensagem” é objeto direto. A banca arma a pegadinha clássica: confundir sujeito oculto com indeterminado e achar que “adoro” pede preposição.

A questão é de gramática aplicada ao texto — não depende de interpretação, mas da análise sintática da oração isolada. O comando pede que você julgue cada assertiva como V ou F. Vamos analisar cada uma com método.

1ª assertiva — ❌ Falsa

“O tipo de sujeito da oração é indeterminado.”

Falsa. O sujeito é oculto (elíptico/desinencial), não indeterminado. A desinência verbal de 1ª pessoa do singular (-o em “adoro”) identifica o sujeito eu, que está implícito. Sujeito indeterminado ocorre quando não se pode identificar o agente nem pela desinência nem pelo contexto — ex.: “Roubaram meu carro” (3ª pessoa do plural sem referente) ou “Precisa-se de empregado” (verbo + se). Aqui, o contexto do texto (o autor falando de si) e a desinência deixam claro quem adora.

2ª assertiva — ❌ Falsa

“O verbo ‘adoro’ é um verbo transitivo indireto.”

Falsa. “Adorar” no sentido de “gostar muito de” é transitivo direto: exige complemento sem preposição. Na oração, o complemento é “essa mensagem” — não há preposição alguma. Transitivo indireto seria se o complemento fosse preposicionado, como em “gosto de mensagens”. A pegadinha está em associar “adorar” a “gostar de”, mas são verbos com regências diferentes.

3ª assertiva — ✅ Verdadeira

“O tipo de predicado é verbal.”

Verdadeira. O predicado é verbal porque o núcleo é um verbo significativo (de ação) — “adoro”. Não há verbo de ligação nem predicativo do sujeito. O predicado verbal é aquele cujo núcleo é um verbo transitivo ou intransitivo, e aqui temos exatamente isso.

4ª assertiva — ✅ Verdadeira

“A expressão ‘essa mensagem’ é complemento verbal.”

Verdadeira. “Essa mensagem” é o objeto direto do verbo “adoro”, pois completa o sentido do verbo transitivo direto sem preposição. Objeto direto é um tipo de complemento verbal. Portanto, a afirmação está correta.

Conclusão

A sequência correta é F – F – V – V, que corresponde à letra C.

Sujeito
  • 1Oculto (eu)
    • Indeterminado
  • 2Verbo "adoro"
    • Transitivo direto
      • Transitivo indireto
  • 3Predicado
    • Verbal
  • 4"essa mensagem"
    • Objeto direto
      • Complemento verbal
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NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a confusão entre sujeito oculto e sujeito indeterminado — no oculto, a desinência verbal revela o agente; no indeterminado, não há como saber. Além disso, tenta induzir a achar que “adorar” é transitivo indireto por analogia com “gostar de”.

PEGA ESSA DICA!

Para identificar o sujeito, pergunte ao verbo “quem?” — em “Adoro essa mensagem”, quem adora? Eu (oculto). Para a transitividade, verifique se o complemento exige preposição: “adorar algo” (sem preposição) = transitivo direto.

Gabarito: letra C.

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