Questão de Artes Plásticas — Linguagens e Suporte em Artes Plásticas — IF-PI 2022
Artes PlásticasLinguagens e Suporte em Artes Plásticas
- Código
- qq760873
- Banca
- IF-PI
- Órgão
- IF-PI
- Ano
- 2022
- Nível
- Superior
- Cargo
- IFPI - - Professor - Arte - Edital nº 73
Observe a imagem da obra a seguir:
Cunhatain antropofagia musical de Denilson Baniwahttps://artebrasileiros.com.br/arte/entrevista/a-arte-nao-se-desliga-da-vidabaniwa/ - Acesso em: 28 de junho de 2022Em entrevista ao site ARTE!BRASILEIROS, o Artista Denilson Baniwa diz: "Essa questão da arte indígena em contraste à arte “considerada arte” é uma coisa que já vem sendo discutida há bastante tempo. Acho que até antes de ter essa galera toda indígena trabalhando e circulando. Acho que o diferente agora é que tem esse tanto de artistas indígenas com um poder de aproximação e de voz bem marcante, que consegue conversar e dizer um ponto que não era visto antes, que é a partir dessas pessoas indígenas. Para a gente, não tem essa diferença entre arte e vida ou arte e resistência assim como tem no Ocidente, onde a arte é um instrumento de poder em relação a outros seres humanos. Mas quando esses artistas indígenas se propõem a circular de uma maneira que se utiliza de linguagens não indígenas também é uma estratégia de conversar por uma língua que seja entendido por quem não faz parte dessa cultura." O texto e a obra acima falam sobre:
Cunhatain antropofagia musical de Denilson Baniwahttps://artebrasileiros.com.br/arte/entrevista/a-arte-nao-se-desliga-da-vidabaniwa/ - Acesso em: 28 de junho de 2022Em entrevista ao site ARTE!BRASILEIROS, o Artista Denilson Baniwa diz: "Essa questão da arte indígena em contraste à arte “considerada arte” é uma coisa que já vem sendo discutida há bastante tempo. Acho que até antes de ter essa galera toda indígena trabalhando e circulando. Acho que o diferente agora é que tem esse tanto de artistas indígenas com um poder de aproximação e de voz bem marcante, que consegue conversar e dizer um ponto que não era visto antes, que é a partir dessas pessoas indígenas. Para a gente, não tem essa diferença entre arte e vida ou arte e resistência assim como tem no Ocidente, onde a arte é um instrumento de poder em relação a outros seres humanos. Mas quando esses artistas indígenas se propõem a circular de uma maneira que se utiliza de linguagens não indígenas também é uma estratégia de conversar por uma língua que seja entendido por quem não faz parte dessa cultura." O texto e a obra acima falam sobre:- AUm processo de educação através da arte e da cultura, construído de forma pacífica na história nacional.
- BApropriação de linguagens ocidentais para colonizá-las em sua obra.
- CUma desmistificação do que é “ser indígena”, buscando afastar do imaginário de uma sociedade urbana uma ideia passada e equivocada do que foi e do que é pertencer a uma comunidade indígena no Brasil.
- DO não protagonismo negro nos discursos que lhe competem e os estereótipos que o limitam.
- EA criação de coleções em museus com o apoio político cultural conservador no país.