Tanatologia Forense – Remoção do Encéfalo
Gabarito: letra D. Para remover o encéfalo íntegro, a secção óssea do crânio deve ser feita no plano horizontal, unindo a glabela (ponto anterior na fronte) à protuberância occipital externa (ponto posterior). Esse corte circular permite a retirada da calvária (abóbada craniana) e expõe o cérebro para sua extração. As demais alternativas descrevem planos ou referências anatômicas incorretas.
Alternativa A – ❌ Incorreta
Plano vertical unindo glabela à cavidade nasal. Esse corte não circunda o crânio, impossibilitando a remoção da calvária e a exposição adequada do encéfalo.
Alternativa B – ❌ Incorreta
Plano horizontal unindo o násio (ponto na raiz do nariz) à parte basilar do occipital. O násio é um ponto mais inferior que a glabela, e a parte basilar do occipital é uma estrutura da base do crânio. Esse traçado não corresponde ao plano de secção clássico para craniotomia.
Alternativa C – ❌ Incorreta
Plano vertical unindo glabela à parte basilar do occipital. Novamente, plano vertical, inadequado para abertura craniana padronizada.
Alternativa D – ✅ Correta ⟵ GABARITO
Plano horizontal unindo a glabela (referência anterior) à protuberância occipital externa (referência posterior). Essa linha circunda a cabeça em um nível logo acima das arcadas supraorbitárias e do canal auditivo externo, permitindo um corte simétrico e a remoção da calota craniana com integridade do conteúdo.
Alternativa E – ❌ Incorreta
Plano oblíquo unindo glabela ao bregma (ponto na sutura coronal). O corte oblíquo não é o padrão e não permitiria a abertura adequada para retirada do encéfalo íntegro.
🔍 Dica: Lembre-se do mnemônico "Glabela – Protuberância Occipital Externa" como os dois pontos de referência para o corte horizontal na craniotomia forense. Esse conhecimento é clássico em necropsia e tanatologia.
Gabarito: letra D.