Query Tuning
Gabarito: letra D. Query tuning, ou ajuste de consultas, consiste em reescrever uma query SQL aplicando técnicas de otimização — como eliminar cláusulas desnecessárias, reordenar junções ou usar subconsultas mais eficientes — para obter um plano de execução mais rápido que o original. A alternativa D descreve exatamente esse processo.
A banca testa o conhecimento do conceito central de query tuning, que é frequentemente confundido com outras atividades de melhoria de desempenho. Veja cada alternativa:
Alternativa A — ❌ Incorreta
A afirmação reduz o tuning à diminuição da quantidade de comandos para reduzir bytes. Na prática, o tuning é mais abrangente: envolve reescrever a lógica da consulta, usar índices adequados, escolher join algorithms etc. A mera redução de comandos pode até piorar o desempenho se alterar o plano otimizador.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Análise de memória do SGBD (como buffer pool, cache) é tuning de sistema, não de query. Query tuning foca exclusivamente na consulta SQL e no plano gerado pelo otimizador.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Compressão de resultados é uma técnica de rede ou de formatação, não altera a forma como a query é executada no SGBD. Query tuning visa acelerar a execução no servidor, não compactar o que já foi processado.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A definição é precisa: reformular a query usando técnicas de otimização (ex.: remover cláusulas desnecessárias, reescrever subconsultas como joins, usar CTEs quando apropriado) para que o SGBD gere um plano de execução mais eficiente, reduzindo tempo de resposta e consumo de recursos.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Reorganização de tabelas (ex.: rebuild de índices, alteração de página de dados) é parte do tuning físico do banco de dados, não do ajuste da própria query. Pode ajudar indiretamente, mas não é query tuning.
Gabarito: letra D.