Questão de Segurança da Informação — Criptografia — FUNDATEC 2023
Segurança da Informação›Criptografia
Código
qq897224
Banca
FUNDATEC
Órgão
PROCERGS
Ano
2023
Nível
Superior
Cargo
ANC - Analista em Computação - Ênfase em Segurança da Informação
Nas cifras de substituição monoalfabéticas, cada letra se move a cada três posições do alfabeto da linguagem usada nas mensagens, isso acontece na:
ACriptografia de chave pública.
BCriptografia de chave privada.
CCriptografia moderna.
DCriptografia clássica.
ENenhuma das alternativas anteriores.
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GabaritoD — Criptografia clássica.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Cifras monoalfabéticas – Criptografia clássica
Gabarito: letra D. A descrição do enunciado — cada letra é deslocada três posições no alfabeto — corresponde exatamente à cifra de César, um dos exemplos mais conhecidos de cifra de substituição monoalfabética. Essa técnica pertence à criptografia clássica, anterior ao desenvolvimento da criptografia moderna e dos sistemas de chave pública/privada.
Conforme a literatura de criptografia, a cifra de César é uma cifra de substituição na qual cada letra do texto simples é substituída por uma letra com um número fixo de posições no alfabeto. Suetônio relata que Júlio César a usava com um deslocamento de três para se comunicar com seus generais.
Alternativa A — ❌ Incorreta
A criptografia de chave pública (assimétrica) é um conceito moderno, que envolve pares de chaves (pública e privada) e algoritmos como RSA e ECC. Não se aplica a uma simples cifra de deslocamento fixo.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A criptografia de chave privada (simétrica) moderna utiliza algoritmos como AES e DES, baseados em operações matemáticas complexas e chaves de tamanho significativo. A cifra descrita é muito mais simples e histórica, não se encaixando nessa categoria.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A criptografia moderna abrange algoritmos computacionais robustos, projetados para serem seguros contra ataques criptoanalíticos. A cifra de César é trivialmente quebrável e é um exemplo clássico, não moderno.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A cifra de César é um dos exemplos mais emblemáticos da criptografia clássica. Esse período inclui métodos como substituição e transposição, usados antes da era dos computadores. A descrição do enunciado casa perfeitamente com essa classificação.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Existe uma alternativa correta (letra D), portanto a opção "nenhuma das alternativas anteriores" não se aplica.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca o termo "clássica" por conceitos modernos (chave pública, chave privada, moderna). O candidato pode se confundir ao associar "substituição" a algoritmos modernos, mas a cifra de deslocamento fixo é puramente clássica. Fique atento à simplicidade do método descrito.